BEM-VINDOS!

PARAHYBA    BRASIL    MAIO   2026

Este é o nosso BLOG, onde você conhecerá um pouco do ARTISTA e da sua OBRA, navegando nos generosos DEPOIMENTOS sobre a minha trajetória durante esses 50 anos de ATIVIDADE ARTÍSTICA E EXPOSIÇÕES e também em inúmeras REPORTAGENS na mídia. Acompanhará os projetos que estou realizando agora: PARAHYBAVISTA; JOÃO & MARIA; FLORESTA ARDENTE QUEIMADAS. Poderá acessar nossa GALERIA VIRTUAL, me acompanhar no INSTAGRAM e visitar a MINHA CIDADE...

Respire fundo e vá mergulhando... Siga o blog e dê uma espiadinha nas novidades que publico. Sem pressa... Foram anos de trabalho meticuloso para chegar até aqui, pertinho de você...


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A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

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sábado, 8 de janeiro de 2022

OS VISITANTES ALADOS

"ELES PASSARÃO, EU PASSARINHO" (Mario Quintana)

Aqui na caverna é meio diferente... Gente imita passarinho que imita a gente. 
Aladinhos me visitam e vão-se embora, pois é o homem que na gaiola mora... 


Durante alguns anos fotografei os passarinhos que me visitavam com mais frequência, inclusive umas rolinhas que chegaram a morar aqui, onde fizeram ninhos e criaram dezenas de filhotes que vi saírem dos ovinhos, crescerem e voarem para a liberdade da Natureza (muitos vinham diariamente me visitar para lanchar os petiscos que eu colocava na varandinha... Era o dia inteiro de festa, com revoar e os chilreios das mais variadas espécies que me faziam companhia e me “twittavam” as fofocas do mundo... 
Essa turminha alada me acorda cedo, fazendo alarde e brincando sem medo.

Passarinho é desconfiado com gente, não chega muito perto...
Mas é muito curioso e traquino, 
bonito e buliçoso feito menino;
Quando estou pintando, fica espiando se faço tudo certo.


A confiança dessas inocentes criaturinhas me enternece. Deixam que me aproxime, em recíproca e acolhedora curiosidade.


É a minha seleta e barulhenta plateia, que gosta de ficar me espiando pintar, mostrando-me que com uma aprovação desse calibre nenhum artista deve ligar nem para a crítica nem para a opinião pública.
Ficam brincando chilreantes e curiosos, entram na caverna e deixam seus "presentinhos", que recebo com bom humor.


Me ensinam como ter boa saúde; eles não bebem álcool nem refrigerantes e não frequentam "Bob's" nem "McDonald's"; não fumam; gostam de folhas, frutas e grãos; voam, cantam, brincam e namoram muito...
Retribuo cuidando deles e deixando-os livres para voar, pois sei que sempre me visitarão, esteja onde estiver, pois são meus amiguinhos.
E amigos se guardam no fundo do peito.

Compartilho com muito prazer algumas fotos, vídeos e gravuras que produzi com esses visitantes maravilhosos. 


Fiz para vocês as imagens dessas criaturinhas maravilhosas, belas e livres. Compartilhem, copiem, façam o que quiserem. Mas, engaiolá-las jamais! 
Todos os direitos são reservados pela natureza. E nem ela nem os passarinhos pedirão nada em troca, apenas que os deixem livres... Liberado geral!

Bom proveito!

PS: para não gerar ciumeiras colocarei os nomes em ordem alfabética, fora da cronologia...

O vídeo é um pouco longo...
Mas vale as penas!


Ainda bem que aprendi a dar nó em pingo d’água e a conversar com passarinhos... eles sabem de tudo e contam tudo – basta prestar atenção! 
O dia que Aparecida apareceu e me encantou... Ela caiu do ninho e estava perdida no parque aqui do condomínio; então eu a levei para a caverna e cuidei dela até ela voar e ir cuidar da própria vida...


Esse camarada altivo e bonitão não chega muito perto. Mas logo cedo avisa a vizinhança que está me vendo bem... 
Costuma ainda ficar no alto do bloco defronte, espiando para minha janela e para minha varandinha; acredito que ele aparecia por aqui, escondido, para pegar uma garapinha ou beliscar uma frutinha... mas não me dava intimidade...


Ela chegou de repente, assustada talvez com alguma gente ruim. 
Voou pela caverna inteira; brincou de pega-pega comigo, entrou no meu quarto e pousou no meu chapéu - cria juízo, menina!
E gosta de arte, visse! Saiu pousando nos quadros, um por um... 
Será que é um aviso que vem grana por aí? 
É Bem-vinda. E é linda! 


Gente de bem faz negócios assim, na confiança. Que sorte a minha de ter a confiança de amigos e amigas tão adoráveis! Este é Enoque, o beija-flor "tesoura" que morava aqui por perto. Às vezes sumia uns tempos, mas sempre voltava e ficava por aqui, como se estivesse se recuperando das batalhas pela sobrevivência na natureza. 
Era meio briguento e arisco, se achava o dono do pedaço: era muito arengueiro, ficava afugentando os outros passarinhos com seu estridente "tic-tac"... e até me olhava de cara feia, no início, querendo disputar a caverna comigo. Depois nos entendemos, cada qual no seu degrau (rss). 
Sempre me visitava, para saborear a cuidadosa “garapa” (preparada com água mineral dentro dos conformes) e passear pela caverna, olhando tudo, curioso. À tardinha, batia as asas e ia para sua casa em algumas dessas árvores aqui das redondezas... 
PS: Olha o detalhe da patinha no meu dedo. Fiz inúmeras fotografias e uma gravura dele.
Enoque, Mariazinha e Expedito, eram meus alegres e barulhentos amigos alados que sempre me visitavam. Me acordavam cedo (Zefinha não fazia barulho; era quietinha, já morava por aqui, onde fazia e refazia os seus ninhos - teve 25 ninhadas = 50 filhotes).

Expedito é desconfiado com gente, não chega muito perto... Mas é muito curioso e traquino, bonito e buliçoso feito menino; Quando estou pintando, fica espiando se faço tudo certo. É famoso, já estrelou até filme... 
Expedito já me achou na nova caverna! Chegou com sua curriola fazendo muita zoada (rss). Do jeito que são fofoqueiros, já devem ter dito para Zefinha o endereço. Questão de tempo para que ela volte a fazer seus ninhos por aqui. Quando pequeno, convivi uns tempos com minha avó paterna, que veio morar conosco - onde ficou, já velhinha, até morrer. Quando eu fazia alguma traquinagem, ela era sempre a primeira a saber. Espantado, perguntava-lhe como descobrira. Ela sempre respondia, com o olhar no horizonte: - "Um passarinho me contou". 
É, ninguém duvide da esperteza dos passarinhos. Por isso, sempre converso com eles... 


OLHA MARIAZINHA AÍ, GENTEEE!
Nossa princesinha linda, que me segue desde a outra caverna, juntamente com seu namoradinho Severino.
Ela reclamou que as fotos de Benvinda ficaram melhores que as dela, além de terem sido feitas primeiro...


Zefinha e Salatiel
Chegaram de mansinho, primeiro ela, muito desconfiada... Observava, espreitava; depois de muitas idas e vindas, decidiu se instalar aqui na varandinha da caverna. ZEFINHA é filha de Sebastiana, que nasceu na caverna anterior.

FAMÍLIA UNIDA


Salatiel marcando presença no ninho, talvez enciumado pela minha insistência em tirar "fotinhas" de Zefinha e dos bebês...
Ficou brabo, quando me aproximei... Mas depois amansou e mostrou-me os bebês, todo orgulhoso.
Se preocupa não, Salatiel... É só amizade.
Grande Salatiel, que reveza com Zefinha os cuidados com o ninho (característica dessas aves), inclusive chocando os filhotes, para que ela possa fazer sua aeróbica e ir eventualmente ao "toilette" (rss).


Salatiel sempre está nas proximidades; se sumir, alguma coisa ruim aconteceu com ele; pode ter sido abatido por algum sacana, para comê-lo como tira-gosto de cachaça.

A DOCE ZICA E O ENFEZADO TICO
Estes são da 22ª ninhada de Zefinha e Salatiel.


*Rolinha [Columbina talpacoti] Adapta-se aos ambientes artificiais criados pela ação humana. Vive em áreas abertas; o desmatamento facilitou sua expansão, em especial nas áreas formadas para pasto ou agricultura de grãos. Entrou nas grandes cidades das regiões sudeste e centro-oeste do Brasil; Alimenta-se de grãos encontrados no chão. Havendo alimento, reproduz-se o ano inteiro. O casal mantém um território de ninho, afastando as outras rolinhas de perto. O macho possui um canto monótono, de dois chamados graves e rápidos, repetidos continuamente por vários segundos. Os ninhos são pequenas tigelas de ramos e gravetos, feitos entre cipós ou galhos, bem fechados pelas ramadas do entorno. Postura de 2 ovos, chocados pelo macho e fêmea entre 11 e 13 dias. Os filhotes saem do ninho com no máximo 2 semanas de vida. O casal, às vezes dois dias depois, já inicia nova ninhada, quando as condições ambientais permitem. O filhote sai com traços da plumagem de cada sexo. O macho, com penas marrom avermelhadas (foto), cor dominante no corpo do adulto, em contraste com a cabeça, cinza azulada. A fêmea é toda parda. Nos dois sexos, sobre a asa uma série de pontos negros nas penas. Muito agressivas entre si, embora possam formar grupos, disputam alimentos e defendem territórios usando uma das asas para dar forte pancadas no oponente. Os machos são mais belicosos. Nas disputas ou quando tomam sol, deitadas de lado no chão e com a asa esticada para cima, mostram a grande área de penas negras sob a asa. Habitam as áreas abertas próximas das casas e áreas de pasto artificial. Podem ser observadas em comedouros artificiais com grãos. Às vezes, afastam aves maiores do comedouro a poder de golpes de asa.

O CONDE

Visitantes noturnos do ateliê: O Conde Drácula vegetariano!
Meu hóspede e companheiro noturno. Ele se acomodava em um quarto de depósito que havia no quintal; nessa época entre 2008 e 2013 morava numa casa grande no Castelo Branco cheio de cômodos Cruzeiro foi lá que morreu minha adorada cadela Dobermann Preta, picada por uma cobra coral para me defender, pois o réptil estava tentando entrar em casa. Ela matou a cobra mas foi picada e morreu pouco tempo depois... Foi uma das grandes tristezas da minha vida; enterrei-a lá mesmo no jardim.

E quem disse que fico sozinho à noite?
Esse camarada tem uma cara não muito simpática. E realmente é meio invocado, dorme de cabeça-pra-baixo, não é de muita conversa, não gosta de luz e nem de ser perturbado (nossa afinidade, gostar de sossego) e segue uma dieta de arrepiar. Mas, no fundo no fundo, é um boa praça também. Ele se encarregava de proteger-me de escorpiões e possíveis baratas (tanto que nunca vi uma por lá). 

Não é do tipo vampiro e tinha seu próprio quarto,  não perturbava ninguém (mas também não gosta de ser perturbado); tínhamos um acordo tácito de respeito mútuo: à noite, antes de sair para caçar seus insetos e beliscar suas frutas, efetuava vários sobrevôos ao meu redor e pela casa inteira como quem está conferindo se pode sair sossegado e me avisando que está de partida, e agora o plantão é meu...
As namoradas não apreciavam nem um pouco o sujeito, mas acabavam se habituando... Afinal, dormiam na mesma cama que eu...
E viva a beleza interior!


Espero que tenham gostado e se quiserem vejam mais...


domingo, 15 de abril de 2018

PATROCÍNIO AMIGO DO ARTISTA

Vida de artista é como rapadura...
É doce, mas é dura.
Canecas Parahybavista 01



Canecas de cerâmica de alta qualidade com reproduções de pinturas assinadas por Bruno Steinbach Silva. 
R$ 60,00 cada unidade 
TAMANHO: 9,5cm de altura por 8,5cm de diâmetro
CAPACIDADE PARA 350 ML
COR: BRANCO

FAÇA SEU PEDIDO


Para encomendar, faça o depósito de R$ 60,00 por unidade em uma dessas contas e envie o comprovante por e-mail, especificando a quantidade, o(s) códigos dos produtos e o endereço completo para onde quer que sejam entregues.
CONTATO
brunosteinbachsilva@gmail.com 
(83) 986609282 OI / 999518663 TIM

PAGAMENTO POR DEPÓSITO BANCÁRIO: 

 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL  
(LEMBRAR DE COLOCAR OPÇÃO 013) 
BRUNO STEINBACH SILVA 
CONTA POUPANÇA: 00000773-2 
AGÊNCIA: 4914 
OPÇÃO: 013 

 BANCO DO BRASIL 
BRUNO STEINBACH SILVA
CONTA POUPANÇA OURO
CONTA:  2.491-0
AGÊNCIA: 3396-0
VARIAÇÃO:  51

CANECAS JOÃO E MARIA 05

 CANECAS JOÃO E MARIA 03

CANECAS JOÃO E MARIA 06





terça-feira, 12 de setembro de 2017

CATARATA

Já em casa, bem operado, espiando as formiguinhas nas plantinhas da caverna (rss).



Cirurgia de catarata realizada com sucesso no Hospital Provisão, pelo excelente oftalmologista Dr. Daniel Alves Montenegro - um craque! Agradecimento especial ao mano Eduardo Machado Silva, que está cuidando da parte financeira do procedimento (cirurgia de catarata pelo SUS nem pensar).
Agora colocarei as encomendas e as contas em dia.
Encantado com as cores lindas e vívidas, antes tão esmaecidas e sem foco. Como meus amiguinhos alados são tão mais lindos!


Na aurora boreal desenhei certezas e colori sonhos; no equinócio de primavera pintei o amor e o sexo, navegando em mares revoltos; agora, no ameno crepúsculo de um solstício de inverno, pinto saudades e naturezas mortas.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O PEQUENO PRÍNCIPE

Este é Theo. Tive o prazer de passar uns dias trabalhando no seu retrato: encheu o atelier de luz. Não o conheci pessoalmente ainda, pois à época da encomenda da sua vovó Larissa Machado ele estava em Dubai - onde nasceu. Agora o pequeno viajante está morando em São Paulo - com menos de um ano, já percorreu distâncias maiores que eu (rss). 
Um dia vou querer conhecê-lo; pois, sendo filho, neto e bisneto de quem é, certamente será um homem de grande valor.

Bruno Steinbach. "Theo, o pequeno príncipe".
Acrílica/tela, 90 x 60 cm, julho de 2017.
Encomenda de Larissa Machado.
João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Coleção Particular







quinta-feira, 2 de março de 2017

RESTAURANDO...

Restaurada e pronta para voltar para a sua tutora.
Esta eu pintei há 32 anos. A píntura original está em perfeito estado de conservação, apenas retoquei arranhões provocados por acidente de translado. 
Satisfeito com o resultado.


Bruno Steinbach. "Sem título". Óleo/tela, 122 x 92 cm, 1985. João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Coleção: Larissa Pedrosa (João Pessoa, Paraíba). 
Restaurado em 18 de fevereiro de 2017 (leves arranhões).


Numa restauração não se deve alterar "o espírito" da obra, não se deve "consertar" erros técnicos nem se tentar melhorar a pintura. Aborda-se apenas o que foi danificado, mantendo as características da obra original.
Foi o que fiz.



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

FELIZ 2017!


Agradeço a vocês que me acompanham e desejo muita felicidade nesse novo ano, com muito trabalho, muita saúde, muita paz, muito amor e um pouco de sombra e água fresca - afinal, ninguém é de ferro!
Eu cá já estou trabalhando e já vendendo meu peixe...
Como diz Chico Pinheiro:
"Coragem, hoje é segunda-feira!"

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

PARAHYBA, OPUS I

PINTURA SOB ENCOMENDA
Ultimamente tenho trabalhado sob encomenda, para pouquíssimos seletos amigos e parentes. Demoro muito a entregar as obras; além da catarata, a cada pincelada nova vejo melhorias devidas às antigas, o que torna o feitio interminável - é preciso negar o perfeccionismo e saber a hora de parar, de render-me às próprias limitações.
Ainda bem que tenho a confiança dos contratantes, que sabem que no final valerá a pena.
Assinado e datado, Lourdes Bonavides Mariz Maia...


Bruno Steinbach. "Parahyba, opus I".
Acrílica s tela, 60 x 100 cm, 22 dez 2016, Parahyba, Brasil. 
Coleção: Lourdes Bonavides Mariz Maia. Recife (PE).



Vivendo e aprendendo...
E o que não é a vida senão a arte de ser um eterno aprendiz? 
Passei a vida inteira pintando com tinta a óleo. 
Agora, reaprendo a colorir com tinta acrílica, nessa doce alquimia de preparar coloridos coquetéis de estrelas derretidas, lambuzando a mágica paleta emprestada do menino do arco-íris; respingando com imaginação pinceladas de vida pela tela da existência, único canto onde o tempo emudece e se aquieta. 
Cada obra, para desespero de quem a espera, é um delicioso exercício de aprendizado... 
Talvez, uma inconsciente tentativa de mantê-la mais tempo por perto, negando-me a concluí-la e, assim, procrastinando a despedida entre o artista e a sua criação, adiando ao máximo esse momento da assinatura de sua carta de alforria e emancipação, quando a debutante se mostra e se entrega ao mundo...



domingo, 11 de dezembro de 2016

VIRGINIANO

Pintura pronta, resolvi refazer algo que sei que pode ficar melhor. Driblo a "catarata" - que não me vence, pois minha teimosia é maior que ela. Esta minha filha vai sair daqui linda, como todas as outras.


Na imagem:
"Parahyba, opus I". Pintura em andamento. Acrílica/tela, 60 x 100 cm. 
Encomenda de Lourdes Bonavides Mariz Maia.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"Cabo Branco, opus XVIII"

Bruno Steinbach. Estudo para "Cabo Branco, opus XVIII".
Gravura digital (infogravura). Impressão de qualidade (laser) sobre papel mixto fosco (Filiart Renaud Profissional 200g/m²). 29,7 x 42 cm (A3). 
Novembro de 2016, Parahyba, Brasil.
Assinadas e numeradas.

Veja mais Cabo Branco:

Artist Sites:

http://www.facebook.com/brunosteinbachgallery/
https://twitter.com/bruno_steinbach

Galeria virtual (para comprar):
http://bruno-steinbach.mercadoshops.com.br/
Contato:
mailto:brunosteinbachsilva@gmail.com

terça-feira, 11 de outubro de 2016

OBSERVATÓRIO CULTURAL ENTREVISTA BRUNO STEINBACH

Assista a entrevista que concedi a Daniel Porpino para o programa Observatório Cultural, da TV ASSEMBLEIA DA PARAÍBA.


Assista no canal da TV aberta e na NET ou clica nos links e assista aos três blocos da entrevista.
Primeiro bloco
Segundo bloco
Terceiro bloco



domingo, 11 de outubro de 2015

A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

Montagem com pintura rupestre da Toca do Boqueirão da Pedra Furada, 
Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil.

O que faço, porque faço, como faço e onde faço.

  O xamanismo dos caçadores pré-históricos baseava-se na crença de que visões interiormente criadas pelo poder da imaginação e expressas em pinturas rupestres podiam influir sobre o curso dos acontecimentos reais. Sugestionados pelo xamã (em transe autoinduzido) em rituais de dança, pintura e poesia, esses homens primitivos saiam para caçar confiantes no sucesso da jornada, do qual dependia a sobrevivência de toda a tribo.



  O xamã representava vividamente a cosmologia da comunidade aos que o rodeavam. Intérprete e mensageiro do divino, esse artista primevo materializava em suas pinturas a sua experiência no mundo espiritual. Com importante papel social, zelava misticamente pela tribo, que retribuía fornecendo-lhe o necessário para que pudesse dedicar-se unicamente à sua arte. O homem atual pode sentir-se humilhado ao contemplar e tentar explicar as precoces realizações desses primeiros artistas da raça humana, capazes de criar em suas cavernas obras magníficas com os mais simples e toscos materiais.

   Um belo exemplo deixado por esses seres primitivos, que sabiam valorizar e cuidar tão bem dos seus artistas. Uma lição que precisa ser apreendida pela sociedade “evoluída” dos dias atuais, que gasta fortunas com pesquisas e publicações acadêmicas sobre arte e esquece o principal - abandonando-o à própria sorte: O Artista!

COMO FUNCIONA HOJE: 
PAPOS DE ARANHA NA TORRE DE BABEL.



   Infelizmente a nossa sociedade "evoluída" dos dias atuais não apreendeu a lição dada pelos nossos ancestrais das cavernas. Nossos artistas estão cada vez mais sozinhos, mais abandonados. O que existe é muita conversa fiada e projetos que só complicam a vida de quem precisa vender o que produz para sobreviver. 

  É o que vejo por aí, com raríssimas exceções, nas instituições públicas de fomento à cultura: Artistas frustados mutando para críticos, burocratas "pedagogos ou "curadores". Então haja projetos e mais projetos, onde a verdadeira intenção é sublimar o autor do projeto (o curador ou burocrata de plantão) em detrimento do verdadeiro autor da obra (o artista). Daí a excessiva quantidade de "exposições pedagógicas", mostras "conceituais", sem interesse comercial (como se isso fosse errado), quase sempre coletivas, ou de artistas que "já passaram desta pra melhor", que já morreram; então as luzes da ribalta vão pra quem? Heim? Para um obscuro e pedante curador ou teórico "agitador cultural" que elaborou um projeto e fica com as honrarias e a grana, de preferência acompanhadas de uma tese de doutorado, sonho de consumo de todo aspirante a chato ao quadrado... Para eles quanto mais ininteligível a obra melhor, pois poderão explanar seus conceitos absurdos à vontade e tecer suas teias de elucubrações labirínticas emaranhadas em papos de aranha. E é nessa hora que entram os apadrinhados, carregando e empurrando as suas porcarias goela abaixo dos incautos alunos e frequentadores desavisados (com raras e notórias exceções, repito). E tome salas e equipamentos para explicarem o inexplicável, o ininteligível, muitas vezes quase sem sobrar espaço para o que realmente importa: A verdadeira obra de arte, que "fala" por si só. 

   Instituições com estrutura de primeiríssima categoria (falo de equipamentos, não de recursos humanos) que vivem de verbas destinadas à arte mas sequer mostram em seus sites um catálogo virtual dos artistas de seus respectivos Estados - com raríssimas exceções! Será incompetência ou sacanagem mesmo? Eu acho que as duas coisas juntas. Em seu mundinho arrogante e mesquinho, esses indivíduos não abrem mão de seu ilusório poder, negando-se então a dar asas próprias aos artistas, a facilitar o acesso do público ao seu trabalho, sem a "orientação" oficial. Então o artista desavisado que procura esses lugares se ferra, sendo manipulado e posto à margem da festa, tratado como um subalterno, muitas vezes sem ter nem o que comer e nem como voltar pra casa - quando tem uma, festa essa que fica "pertencendo" ao curador, que não pinta, não toca, não canta, não f... e nem sai de cima!

  Comigo não violão... Eu mesmo organizo minhas exposições, cuido pessoalmente da produção; preciso vender o que faço, pois não mamo em tetas de onde jorram verbas públicas. Comigo esse tipo de curador não se cria... não se cura!


AFINAL, QUAL A "SERVENTIA" DOS ARTISTAS?

Para quem não sabia, foi um artista sumério quem inventou a roda, 3.500 anos antes de Cristo, ao construir um primitivo e tosco torno para fazer suas peças de cerâmica (modelo usado até hoje por certos artesãos, movido pelos pés). Para quem não sabia, foi outro artista (Leonardo Da Vinci) quem idealizou o submarino, o avião, o helicóptero e a "câmara escura" - ideia que depois veio a tornar-se a câmera fotográfica inventada por outro artista, Daguerre. Enfim, tantos e infindáveis exemplos...

Para quem não sabia, foi um artista sumério quem inventou a roda, 3.000 anos antes de Cristo,  ao construir um primitivo e tosco torno para fazer suas peças de cerâmica (usado até hoje por certos artesãos, movido pelos pés). Para quem não sabia, foi outro artista quem idealizou o submarino, o avião e o helicóptero (Leonardo Da Vinci). 

Para quem não sabia, a arte movimenta capital e gera impostos mais que a indústria automobilística - empregando mais gente. Mantém editoras especializadas, fábricas e lojas de material técnico, gráficas, galerias de arte, museus, instituições culturais, seguradoras, financeiras, transportadoras, artesãos, moldureiros... e nós outros - os artistas, responsáveis por tudo acontecer, oferecendo beleza, esclarecimento e entretenimento para as pessoas. Quando alguém compra uma obra de arte - a boa e velha pintura de cavalete, uma gravura, um desenho, uma escultura, uma cerâmica - está alimentando toda essa cadeia produtiva, que não tem nada de inútil e nem de supérflua - ao contrário de inúmeras porcarias "conceituais" financiadas que andam soltas por aí. É mister zelar por ela, pois a arte não tem dono - apenas tutor, pois se compra o objeto e não a imagem - a propriedade intelectual, que é do artista e da humanidade.

Enfim, permitindo-me o uso do lugar-comum, nada substitui o talento, o dom da artesania - por mais que os infiéis tentem... Essa sabedoria em manipular corretamente os materiais é o que nos torna alquimistas, intérpretes do divino, responsáveis pela materialização do mundo espiritual, Xamãs. O resto é conversa fiada.

Infelizmente, pouquíssima gente metida a besta sabe disso; hoje em dia, principalmente nas bandas de cá, a maioria dos "projetos" de interiores visa a colocação de objetos industrializados, com suas paredes patinadas ou com frisos e reentrâncias, praticamente impossibilitando a aposição de uma obra de arte, numa obscura falta de conhecimento e de respeito com os artistas da terra.


O PESCADOR DE ILUSÕES


Mercador de ilusões, sorvendo cores e aspirando ideias, orvalhando emoção.
Atrevido artista nômade, encantado pela musa linda e querida...
Pescador de sonhos e visões, navegando na fantástica e invisível arca da inspiração.
Alegre caçador de fantasias, vivendo o amor e comendo a vida ...

Sei de onde vim, estou aprendendo o que sou e sei para onde vou!



Sou trineto de um Padre (José Antônio Marques da Silva Guimarães, deputado provincial por quatro mandatos e vigário da cidade de Sousa , sertão da Paraíba, por quarenta e oito anos , que, sem abdicar de suas funções sacerdotais, desposou Maria da Conceição Gomes Mariz, em 1838, de cuja união nasceram catorze filhos). Meu avô materno é o alemão Walter Julius César Steinbach (casado com a baiana de Feira de Santana e filha de portugueses Elvira Ferreira Steinbach ) e o avô paterno é o “Coronel” sertanejo Basílio Pordeus Silva (casado com a neta do vigário, Joana -Geni- Ferreira Rocha). Finalmente, sou filho de um paraibano e de uma baiana (o médico Isaias Silva e Mariêta Steinbach Silva).


  Toda essa mistura genética e esse verdadeiro pirão geográfico e cultural me tornaram um artista estilisticamente nômade, a vagar pelos próprios caminhos e veredas, na solitária e abnegada busca da sua identidade enquanto ser humano e artista , sem desprezar os valores da sua terra e da sua gente, contudo jamais se deixando apanhar pela ardilosa tentação dos regionalismos ingênuos e estereotipados que tantos limites e fronteiras nos impõem, pois, mais que paraibano ou nordestino ou brasileiro, sou apenas um terráqueo com as raízes aéreas se espalhando e se nutrindo por toda a Terra.

   Como um alquimista, aprendi a enfrentar as adversidades, vencê-las e transformá-las em energia estimulante para novos desafios. Como um xamã, é na pintura e na “boêmia” que encontro a matéria prima que me possibilita essa fascinante aventura, entre a agonia e o êxtase, um cigano amante do tempo em alucinante viagem rumo ao conhecimento e a excelência, como meio de transmitir de forma simples, honesta e duradoura aquilo que realmente importa na vida - a emoção, o amor.

  Fiel a minha própria verdade, nunca me preocupei com tendências estéticas da hora, com as suas “panelas” repletas de elucubrações inócuas e abstratas, seguidas de polêmicas discussões que se prolongam até o inferno esfriar, quando e onde a vaidade e a arrogância se escondem disfarçadas em supostas ideias originais. 

   Refugiei-me em minha caverna, longe desses quixotescos e às vezes dantescos revolucionários e de seus discursos; Troquei a conversa fiada pela atitude, o verbo pela imagem.

   A internet possibilitou-me a estreia no mundo virtual como um artista sonhador e solitário na sua arte, soltando "esse grito que é a revelação desse infinito que trago encarcerado em minh'alma"... Sim, estou muito feliz por saber que o que pinto e escrevo está sendo visto por pessoas do mundo inteiro. Satisfeito pelo êxito dessa jornada, chegando até o centro do objetivo de toda essa trajetória: o seu coração! E isso me estimula e me impulsiona para o alto, acima do muro erguido pelo mesquinho estabelishement e pelos seus hipócritas servos, transgredindo suas normas de invisibilidade mas me mantendo com os pés no chão. A isso eu chamo de crescimento, de superação...

ARTE NÃO É MERCADORIA DE PRATELEIRA


   Nesse universo da arte existem indivíduos arrogantes o bastante para se acharem com o poder de certificarem o que é bom e o que é ruim no mundo das artes plásticas, chegando ao absurdo de publicarem anualmente livros com a cotação das obras, como se isso fosse um "selo" de qualidade indiscutível, como se tivessem um dom Divino para colocar "códigos de barras" em obras de arte. Eu acredito que eles receberam um dom, mas do diabo. E com esse "dom" fazem as suas oportunistas manipulações estético-financeiras, associados a alguns críticos, galeristas e leiloeiros, todos enriquecendo com os pagamentos que lhes aprazam, seja prestígio, poder ou capital.

   E há tolos que embarcam nessa viagem, tanto entre os colecionadores como entre os próprios artistas - muitos deles recorrendo à bajulação para fazerem parte dessas listas fatídicas, dando ainda mais poderes para esses mercenários. Menos eu, pois o que tenho para esse tipo de gente é desprezo...

   Arte não é investimento financeiro. Quem quer fazer isso deve comprar terrenos e ouro. A maior prova dessa malvada manipulação de um perverso mercado de arte é a obra de Van Gogh - que nunca conseguiu vender sequer um quadro em vida, quando seus críticos contemporâneos não lhe davam o menor valor, coitado - e hoje enriquece esses aproveitadores. 

JANELA LÚDICA


  Uma boa pintura é uma janela lúdica que te suga através do frio muro da realidade e te eleva para a terra do nunca. Um portal por onde podemos passar e levar os nossos sonhos para passear... Nada aquém nem além.

   Quando pinto a natureza, sempre pinto paisagens que se pareçam com pinturas, não pinturas parecidas com paisagens.

   Arte não é mercadoria de prateleira!
   Arte é um alimento para a alma!


ORA PRO NOBIS

   Ao contrário da energia negativa de uma explosão nuclear, que destrói, o artista gera ondas silenciosas de energia positiva, quando manipula matérias ou altera o espaço enquanto cria suas obras, na aparente solidão de sua caverna; é como se orasse por todos nós.

   A arte é a materialização do mundo espiritual, o artista o seu alquimista. É assim desde os tempos primevos, com os xamãs artistas em suas cavernas, intérpretes e mensageiros do Divino. A Arte está acima do humano, do material, do mero objeto de manipulações. 

  Portanto, a opinião “responsável” da crítica e o apoio "oficial" não me interessam…

   Dessa "Torre de Babel" em que se transformou o mercado de arte e dessa "crítica" eu quero distância. Sempre fui independente, eu mesmo divulgo e vendo o que pinto, sem intermediários e sem precisar da aprovação de nenhum "curador" pedante. Pinto o que quero, quando quero e para quem eu quero. Tenho um público de amigos fiéis que sempre patrocinam os meus projetos, o que me permite viver modesta e decentemente sem necessitar estar "passando o bajulador chapéu" pelas instituições do governo, pois não tenho a menor vocação para "bobo da corte"... O que quero é" ver alguém ardendo no fogo que eu próprio ateei"! As obras criadas por mim, ou através de mim, não são objetos de decoração. Tampouco dependem de complicados conceitos para serem captadas pelos sentidos do observador. O que pinto são emoções materializadas em imagens duradouras para serem guardadas, muito bem guardadas, na memória e no coração das pessoas. Pessoas como você, que está aqui agora.


INVENTÁRIO DO IMAGINÁRIO


INVENTARIANDO

   Consegui chegar à meia idade sem ser dono de nada - deu muito trabalho e diversão, mas consegui! Enfim, a herança que deixarei é imaterial e poderá ser compartilhada por todos: o meu legado é a minha trajetória de artista da Paraíba, o meu tesouro é o meu baú de memórias de uma vida muitíssimo bem vivida, estampadas nas obras que criei.

  Por isso ando "inventariando" e catalogando, com muito trabalho e com extremos carinho e esmero o que consigo resgatar pelo túnel do tempo que percorri e pelo que ainda me resta atravessar nesta aventura fantástica que é viver... tudo isso para deixar para vocês, de graça, como um presente, .

  Agora é deixar rolar... apertando cada uma dessas figurinhas para abrir as janelas lúdicas para que vocês possam levar seus sonhos para passear e, quem sabe, encontrar os meus...

 Boa Viagem!















(as obras que fiz sobre a minha terrinha)





















COMO ME ENCONTRAR

Artist Sites:


mailto:brunosteinbachsilva@gmail.com
Celular: (83) 986609282



Tijolo após tijolo, devagarinho e com carinho, continuo seguindo o meu caminho... Deixando na memória das pessoas as minhas pegadas de tintas com as cores dos sonhos aplicadas com pinceladas de vida.



Poema aos 5 Arcanjos

O cantor com seu canto nos acalanta.
A bailarina dançando nos encanta.
A atriz recitando o poeta nos enleva com a poesia vivida...
O pintor mistura tudo ao seu coquetel de cores e explode em vida!
Se o acaso as cores e pincéis lhe roubar,
Seu leal corpo matéria prima há de arranjar...
Agradeço todos os dias por fazer parte desse grupo distinto, 
onde ninguém precisa de equipamento pelo homem fabricado.
A nossa inspiração vem do sonho e do instinto.
A nossa verdade está no próprio corpo bem amado!
Flor artemisia nos alimentando com delicioso absinto.



PERFIL


BRUNO STEINBACH SILVA nasceu no dia 27 de agosto de 1958, na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Neto de Alemães e de Portugueses, filho de pai paraibano e de mãe baiana, com tempero bem brasileiro. Dedicou-se logo cedo à pintura, como autodidata. Em 1976 realizou sua primeira exposição de pintura, na Galeria Pedro Américo, da Universidade Federal da Paraíba (João Pessoa-PB). Em 1977 ganha o prêmio de melhor pintura na Coletiva Universitária de Artes Plásticas da Paraíba, no Museu de Arte Moderna de Campina Grande-PB. No mesmo ano, ingressa no curso de Licenciatura Plena em Letras e, posteriormente, no de Bacharelado em Filosofia Plena, ambos na UFPB. 

Em 1978 realiza sua primeira exposição individual na Reitoria da UFPB, com desenhos e gravuras onde a temática social era um claro protesto contra o regime militar da época. 

Em 1998 realizou uma exposição individual de grande repercussão no meio sócio-cultural do Rio Grande do Norte, a Mostra “NômadesAmantes do Tempo” (Pinturas Eróticas), que inaugurou a Galeria de Arte do Museu Municipal de Mossoró. As matérias positivas publicadas nos jornais, quase que diariamente, levaram-no a ser convidado para expor as obras na Capitania das Artes, Fundação Cultural da Prefeitura de Natal. 

Em 2002, pinta o retrato do Presidente Epitácio Pessoa, obra inaugurada em sessão solene no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, onde foi instalada. Bruno é convidado a ocupar a tribuna da Casa, onde faz um discurso sobre a vida de Epitácio Pessoa e é aplaudido de pé pelos presentes. No mesmo ano, pinta o retrato do Deputado José Mariz, para o Plenário do qual é o Patrono. 

Em 2004 realiza a exposição retrospectiva ,“Steinbach 30 anos de Pintura” com cerca de 50 obras, do primeiro quadro a óleo à atualidade, no Casarão 34, Centro Cultural de João Pessoa. 

Em junho de 2006 é convidado a participar da Exposição Coletiva de Pintura “Artistas Brasileiros 2006”, mostra organizada pelo Senado Federal, objetivando catalogar e expor os artistas (pintores) mais expressivos da atualidade em seus respectivos Estados. Bruno foi representando a Paraíba. A exposição foi no Salão Negro do Congresso Nacional, com abertura presidida pelo Presidente do Senado, Renan Calheiros, em solenidade muito prestigiada pela sociedade em geral e pelo corpo diplomático sediado no Distrito Federal. O evento foi um sucesso, com a participação de 60 artistas de todo o Brasil e cerca de 10.000 visitantes. Esse evento abriu-lhe novos horizontes profissionais, tanto no Brasil como no exterior. 

Especialista na pintura a óleo/tela, Bruno é um artista estilisticamente nômade, percorrendo todos os lugares que a sua imaginação criadora permite, sempre buscando o aperfeiçoamento e criando novas técnicas, mostrando a beleza do seu requinte profissional, seja nos retratos ou nos quadros sensuais, nas paisagens ou nas naturezas mortas. Seu nome é citado em livros e há inúmeras reportagens sobre sua vida em revistas e jornais do Brasil. Os quadros de Steinbach adornam paredes sofisticadas da Europa, Estados Unidos e Canadá, integrando coleções particulares dos aficcionados da arte. 

Hoje reside em João Pessoa, Paraíba, onde possui atelier de pintura e continua vivendo unicamente de sua arte, que mostra regularmente em viagens pelo Brasil e através do mundo virtual, para o mundo inteiro.

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