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PARAHYBA    BRASIL    MAIO   2026

Este é o nosso BLOG, onde você conhecerá um pouco do ARTISTA e da sua OBRA, navegando nos generosos DEPOIMENTOS sobre a minha trajetória durante esses 50 anos de ATIVIDADE ARTÍSTICA E EXPOSIÇÕES e também em inúmeras REPORTAGENS na mídia. Acompanhará os projetos que estou realizando agora: PARAHYBAVISTA; JOÃO & MARIA; FLORESTA ARDENTE QUEIMADAS. Poderá acessar nossa GALERIA VIRTUAL, me acompanhar no INSTAGRAM e visitar a MINHA CIDADE...

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A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

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terça-feira, 1 de julho de 2025

FACE A FACE

 

Sem Título, Catálogo (43)
Óleo/tela, 90 x 60 cm, 1980. João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Acervo do Hospital Napoleão Laureano. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Pintura que fiz em 1980 e que não sabia por onde andava. Graças a gentileza do amigo  Helio Santiago Mendes - que me enviou a imagem um dia desses, poderei juntá-la às demais do nosso catálogo. Segundo ele, a pintura está no excelente Hospital Napoleão Laureano (referência no tratamento do Câncer, em João Pessoa, Paraíba).

Pelo estilo, até parece que eu estava prevendo as tantas cirurgias a que me submeti e as que ainda terei que me submeter, brevemente, lá mesmo - inclusive os tubos lembram muito as pontes Safena que colocaram em mim. Por outro lado, também pode ser o rosto do Anjo que sempre me protege.

Remexendo no meu baú de memórias, não consegui lembrar como a obra foi parar lá. Mas lembro que na época participei de várias exposições beneficentes para alguns hospitais da minha cidade - pode ter sido isso ou alguém adquiriu e fez alguma doação. Mas o interessante é que em breve me encontrarei face a face com a obra, na sua casa, em enigmático encontro do criador com a criatura. Escrevi mais acima que a pintura poderia ser o meu Anjo protetor, mas agora eu penso que pode ser a minha própria imagem, trazida até mim pelo túnel do tempo nesses momentos alucinógenos que acontecem durante a criação: Esse cara sou eu!
Premonição?

*  Atualmente estou aguardando uma cirurgia de retirada total do globo ocular e tudo que o cerca, pois é um câncer - e piorou muito com o surgimento de um tumor também na pálpebra inferior... é dor pra lascar! Comecei essa nova luta para conseguir uma cirurgia pelo SUS em 2024 e foram mais de 20 "viagens" para lá e para cá, feito bola de ping pong, mas finalmente consegui ser encaminhado para o local certo: o Hospital Napoleão Laureano, no dia 28 de abril passado, onde estou fazendo os exames pré-operatórios e provavelmente depois do retorno a nova consulta com o cirurgião de cabeça e pescoço, em agosto próximo, espero realizar a bendita cirurgia que me livre da dor e do carcinoma espinocelular bem agressivo confirmado pela biópsia, que já deveria ter sido diagnosticado e tratado há mais tempo por outros médicos mas ninguém quis "segurar o pepino" e ficaram me embromando (principalmente as burocracias internas de um hospital público considerado referência em oftalmologia e que nada fez por este meu olho), me devolvendo sempre para a burocracia da Central de Regulação  da Secretaria Municipal de Saúde (SUS), que depois de muita demora (principalmente da USF onde eu sou infelizmente cadastrado devido ao meu endereço residencial) e outras tantas "viagens" me encaminhavam novamente para o destino errado... Deu trabalho para eu sair desse círculo vicioso, pois não fui bajular nenhum político nem pedir favor aos médicos amigos nem aos da família. Isso após recorrer várias vezes aos canais de ouvidoria do SUS, tanto Federal quanto municipal, fazendo sugestões e enfim reclamações todas bem fundamentadas - isso finalmente iluminou um bem intencionado funcionário da central de regulação municipal, que me ouviu e estabeleceu um canal direto comigo, sem ter que passar pelas hostilidades da unidade de saúde.
Paciência.
Paciência, resiliência e fé.
Já enfrentei bichos piores e venci; já pulei fogueiras maiores e ainda estou aqui...

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

"DUETO"

Mais uma obra que terá sua imagem no nosso catálogo virtual visto pelo mundo inteiro. Ela foi enviada ontem e já está devidamente catalogada. 



A pintura foi uma doação que eu fiz em 1990 para uma rifa em benefício do projeto “Cultura no Presídio”, coordenado pelo saudoso Leonardo Nóbrega, que oferecia aos apenados do "Presídio do Roger" muitas atividades de laborterapia ocupacional: cursos de cerâmica, teatro, etc. O sorteio foi realizado naquele ano no "Jangada Clube" - local frequentado à época pela "high society" da cidade - e a felizarda foi a senhora Clélia Wanderley Dantas.

Na imagem:
Bruno Steinbach Silva: “Dueto”.
Óleo/tela, 95 x 120 cm. 30/04/1990.
Presídio do Roger, Parahyba, Paraíba, Brasil.
Coleção: Clélia Wanderley Dantas.


quarta-feira, 5 de agosto de 2020

435 ANOS: PARABÉNS PARAHYBA!


A capital da Paraíba teve vários nomes antes da atual denominação. Primeiro foi chamada de Nossa Senhora das Neves, em 05 de agosto de 1585, em homenagem ao Santo do dia em que foi fundada. Depois foi chamada de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 29 de outubro de 1585, em atenção ao rei da Espanha D. Felipe II, quando Portugal passou ao domínio Espanhol. Em seguida recebeu o nome de Frederikstadt (Frederica), em 26 de dezembro de 1634, por ocasião da sua conquista pelos holandeses, em homenagem a Sua Alteza, o Príncipe Orange, Frederico Henrique. Novamente mudou de nome, desta vez passando a chamar-se Parahyba, a 01 de fevereiro de 1654, com o retorno ao domínio português, recebendo a mesma denominação que teve a capitania, depois a província e por último o Estado. Em 04 de setembro de 1930, finalmente recebeu o nome que tem hoje...

Fiz algumas pinturas e desenhos para a minha querida cidade.

Bruno Steinbach. "Parahyba, opus I".
Acrílica/tela, 60 x 100 cm, 22 dez 2016. Parahyba, Brasil. 
Coleção: Lourdes Bonavides Mariz Maia. Recife (PE).
Obra patrocínio Parahybavista.

O PORTO DO CAPIM, ONDE TUDO COMEÇOU

"O Porto do Varadouro, popularmente conhecido como Porto do Capim, denominação que se acredita que surgiu devido à quantidade de capim que ali desembarcava para alimentar os animais que serviam de transporte naquela época, era o porto principal da cidade de João Pessoa quando o Porto de Cabedelo ainda não existia.
Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) mandou fazer um Porto Internacional na bacia do Sanhauá em frente ao porto original. Obra que nunca se concretizou, houve desvio de recursos e falta de estudos para sua viabilidade. Hoje ainda existem vestígios de concreto armado fincadas as margens do Sanhauá. A partir de 1935, com a inauguração do Porto de Cabedelo e a efetivação do transporte ferroviário de João Pessoa para Cabedelo, o porto da cidade foi sendo gradualmente desativado, gerando a decadência da área - sendo com o passar dos anos ocupada por famílias carentes. Hoje o local vive o abandono, pois faltam saneamento e condições básicas de vida. "
Fonte:


Esta é uma vista parcial de quem chega pelo rio Sanhauá, vendo-se em primeiro plano o "Porto do Capim", onde tudo começou, seguido do Varadouro, com o centro histórico e a igreja de São Frei Pedro Gonçalves - onde havia uma cidadela, seguidos do casario corcoveando pelas ladeiras em busca da cidade alta, ao fundo. Na imagem acima: pintura de Bruno Steinbach. "PARAHYBAVISTA (SANHAUÁ, PORTO DO CAPIM e VARADOURO), opus I". Painel em acrílica/tela, 120 x 194 cm. Parahyba, dezembro de 2013. Acervo: Tribunal de Justiça da Paraíba. Em primeiro plano, os casebres do porto do capim e, depois, o casario antigo do varadouro; no alto, a igreja de São Frei Pedro Gonçalves, com a cidade alta e a Igreja de São Francisco, mais à direita, ao fundo.

Embora secularmente a culta mente tente,
é impossível ocultar da Luz a face dessa pobre gente;
um dia seu nobre silêncio, gritante ao sol poente, 
certamente despertará bravamente a nossa civilização dormente.



Bruno Steinbach. "Parahyba e Sanhauá, opus I". Óleo/tela, 100 x 120 cm. 2005. 
Coleção: Desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcante Maranhão. 
Paraíba, Brasil.
Obra patrocínio Parahybavista.

DO RIO PARA O MAR

Conhecida como a cidade onde o sol nasce primeiro, devido ao ponto mais oriental das Américas se localizar aqui, nossa velha e charmosa Parahyba se esparrama verde e lindamente entre a belíssima praia do Cabo Branco e o crepuscular rio Sanhauá, oferecendo aos habitantes uma verdadeira viagem pelo presente e pelo passado.

Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus IV". 
Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Acervo: SESC PARAÍBA - Centro de Turismo e Lazer do Sesc Paraíba
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus III". 
Acrílica/tela, 140 x 250 cm, janeiro de 2012. 
João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Coleção: Eduardo Machado Silva
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus VIII". 
Acrílica/tela, 80 x 100 cm. Julho de 2015, Parahyba, Brasil.
Coleção: Geisa Galvão Ribeiro. 
João Pessoa, Paraíba.
Da série PARAHYBAVISTA - AGONIA E ÊXTASE

Bruno Steinbach Silva, "Cabo Branco, opus VI". 
Acrílica/tela, 70 x 100 cm.
Coleção: Lua Maia Pitanga.
 Patrocínio Parahybavista

Bruno Steinbach. "PHOENIX, opus I".
Óleo/tela, 50 x 70 cm, 2005, Parahyba, Brasil.
Coleção Marcelo Steinbach Silva (in memoriam).
Rebatizado para "ASA BRANCA, opus I", a pedido do seu novo tutor, Klécius Leite Fernandes.
Acervo: Klécius Leite Fernandes. 
Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus IX". 
Acrílica/tela, 60 x 100 cm. Abril de 2016, Parahyba, Brasil.
Coleção: Eduardo Machado Silva, João Pessoa-PB.
Patrocínio PARAHYBAVISTA.

Bruno Steinbach. "Parahybavista do Sanhauá, opus III". 
Infogravura/esboço/papel sulfite 180 gr, 29,7 x 42 cm, outubro 2013.
Parahyba, Paraíba, Brasil.

domingo, 6 de maio de 2018

RETRATO DE PAULO LINHARES

Mais uma imagem resgatada para nosso catálogo: O retrato do brilhante advogado e professor Paulo Afonso Linhares, que pintei em 1998, em Mossoró - RN, quando por lá morei.

Homem generoso, encomendou essa obra e escreveu um excelente texto publicado no jornal GAZETA DO OESTE (domingo, 21 de junho de 1998, Mossoró - Rn) que incluí no convite da minha exposição "Nômades Amantes do Tempo" - mostra realizada com sucesso no Museu Municipal de Mossoró e na Capitania das Artes em Natal (RN), em 1998 (leia o texto em https://brunosteinbachtextos.blogspot.com.br/search/label/PAULO%20LINHARES).
Recebi agora a imagem enviada gentilmente pelo amigo e farei a devida catalogação.
A obra foi pintada em óleo sobre tela, medindo 100 x 80 cm.

Veja imagens da exposição Nômades Amantes do Tempo:

domingo, 21 de maio de 2017

Retrato de Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia.



Bruno Steinbach. Retrato de Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia. 
Acrílica/tela, 100 x 80 cm, 1995, Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil. 
Acervo do Museu Municipal de Mossoró.

RETRATO DE DIX-HUIT ROSADO
   Este é o retrato do eterno prefeito de Mossoró Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia, que pintei em 1995, quando lá morei no final dos anos 90. Atualmente está sob a guarda do Museu Municipal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. 
   Em época difícil da minha vida, contei com o apoio inestimável desse parente, amigo e colega do meu pai - cursaram juntos a Faculdade de Medicina da Bahia. Homem íntegro e honesto, político querido pelo povo da sua terra, por quem muito trabalhou. 
   Recebi a foto da pintura (que eu não tinha nos meus registros) e agora vai para o nosso catálogo, com muita honra e gratidão.

Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia

Jerônimo Dix-Huit Rosado Maia (Mossoró, 21 de maio de 1912 - Mossoró, 22 de outubro de 1996) foi um político nascido no município de Mossoró, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Faleceu trabalhando, como prefeito, antes de terminar o seu último mandato, em 22 de outubro de 1996.
Dix-Huit Rosado foi médico do serviço de saúde da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte. Foi prefeito do município de Mossoró por três mandatos (1° mandato: 31 de janeiro de 1973 a 30 de janeiro de 1977, 2° mandato: 31 de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988 e 3° mandato: 1º de janeiro de 1993 a 22 de outubro de 1996. Foi também deputado estadual de 1947 a 1951, deputado federal de 1951 a 1955 e de 1955 a 1959, e senador de 1959 a 1967. Casou-se com Nayde Medeiros Rosado onde teve seis filhos:Liana Maria,Mário, Margarida, Maria Cristina, Nayde Maria e Carlos Antonio.