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sexta-feira, 17 de agosto de 2018

VOTE EM MIM

Candidato ao Conselho Estadual de Política Cultural - 

pela primeira regional de cultura (João Pessoa e Rio Tinto)





Veja na imagem o dia e o local da eleição e vá lá contribuir para as nossas políticas culturais, votando em mim para conselheiro do Conselho Estadual de Política Cultural do Estado da Paraíba. Não receberei nem um centavo para isso, não há salário - meu ganho será apenas poder contribuir para as ações culturais da minha cidade. Qualquer pessoa maior de 16  anos, portadora de documento de identificação com foto pode votar. Conto com o seu voto lá na urna, no Espaço Cultural (só aqui não adianta nada).
Agradeço!



Recebi este e-mail de confirmação:
Pedro Santos 16 de ago de 2018 20:59 (Há 13 horas)
Prezado/a, boa noite!
Este e-mail assegura o deferimento da sua candidatura ao Conselho Estadual de Política Cultural. 

A eleição acontecerá no dia 23 de agosto de 2018. 

Por favor, identifique em anexo o seu respectivo banner, onde constam os locais onde serão instaladas as urnas na sua Regional de Cultura.

Abaixo, algumas perguntas frequentes. Caso haja dúvida sobre o processo eleitoral, entre em contato conosco.

Quais as atribuições de um/a Conselheiro/a?
• Contribuir para o cumprimento dos objetivos da Política Estadual de Cultura definidos nesta Lei;
• Apreciar e deliberar sobre a proposta de criação e/ou revisão do Plano Estadual de Cultura;
• Apreciar e aprovar os planos setoriais de cultura;
• Realizar espaços de avaliação sobre a execução do Plano Estadual de Cultura.
• Estimular a discussão e emitir parecer sobre temas relevantes para a cultura da Paraíba;
• Acompanhar, fiscalizar e avaliar a execução da Política Estadual de Cultura;
• Propor medidas de estímulo, fomento, amparo, valorização, difusão, descentralização, democratização e gestão compartilhada da cultura;
• Propor e pronunciar-se sobre proteção, tombamento e registro de patrimônio material e imaterial;
• Firmar acordos de cooperação com movimentos sociais, entidades representativas de linguagens artísticas, sindicatos, organizações não governamentais, iniciativa privada e entidades do terceiro setor, visando ao desenvolvimento cultural e artístico; 
• Manter intercâmbio com os Conselhos Estaduais e Municipais de Cultura, incentivando a criação de novos Conselhos nos municípios.

Como é composto o Consecult-PB? 
• 12 (doze) representantes da Sociedade Civil, eleitos nas Regionais de Cultura, bem como seus respectivos suplentes; 
• 12 (doze) representantes do Poder Público, indicados pelo Governador do Estado, bem como seus respectivos suplentes;

Quem pode ser candidato/a? 
• Qualquer pessoa maior de 18 (dezoito) anos, residente na Paraíba há 02 (dois) anos. 

Quem NÃO pode ser candidato/a? 
• Dirigentes de órgãos de cultura municipais e servidores públicos estaduais com cargo comissionado no Estado da Paraíba. 

Quem pode votar? 
• Qualquer pessoa maior de 16 anos, portadora de documento de identificação com foto. 

Como são escolhidos os representantes da Sociedade Civil?
• O território da Paraíba é organizado em 12 (doze) Regionais de Cultura. 
• Cada Regional vai eleger 01 (um) membro titular e 01 (um) membro suplente.
• O titular será o primeiro mais votado; e o suplente, o segundo mais votado.

Como serão realizadas as eleições em 2018? 
• Cada Regional de Cultura receberá 02 (duas) urnas. 
• A 1ª urna será instalada na sede da Regional de Cultura. 
• A 2ª urna será instalada em outra cidade da Regional de Cultura. 
• Nos dois locais de votação constarão as mesmas cédulas, com os mesmos candidatos. 
• A apuração consistirá na soma dos votos do/a candidato/a nas duas urnas.

Quais as condições proporcionadas pela Secretaria de Cultura para o exercício da função de Conselheiro/a? 
• Para cada reunião, o/a Conselheiro/a tem garantido o serviço de deslocamento, alimentação e hospedagem.

Qual a periodicidade das reuniões do Consecult-PB? 
• O Conselho se reunirá ordinariamente uma vez por mês, em João Pessoa, e extraordinariamente em outros municípios da Paraíba, quando houver necessidade.

Como posso divulgar a minha candidatura? 
• Participando de entrevistas nas rádios das cidades da Regional de Cultura; 
• Compartilhando material nas redes sociais e no Whatsapp; 
• Conversando com grupos, associações e entidades ligadas à cultura; 
• Dialogando com as pessoas ligadas à cultura nas cidades.


Biografia:



Candidaturas ao Conselho Estadual de Política Cultural- PB pela primeira regional de cultura (votação em João Pessoa e Rio Tinto) 


Clica aqui ou na imagem e conheça os perfis dos candidatos e os municípios de cada região...






domingo, 5 de agosto de 2018

433 ANOS: PARABÉNS PARAHYBA!

A capital da Paraíba teve vários nomes antes da atual denominação. Primeiro foi chamada de Nossa Senhora das Neves, em 05 de agosto de 1585, em homenagem ao Santo do dia em que foi fundada. Depois foi chamada de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 29 de outubro de 1585, em atenção ao rei da Espanha D. Felipe II, quando Portugal passou ao domínio Espanhol. Em seguida recebeu o nome de Frederikstadt (Frederica), em 26 de dezembro de 1634, por ocasião da sua conquista pelos holandeses, em homenagem a Sua Alteza, o Príncipe Orange, Frederico Henrique. Novamente mudou de nome, desta vez passando a chamar-se Parahyba, a 01 de fevereiro de 1654, com o retorno ao domínio português, recebendo a mesma denominação que teve a capitania, depois a província e por último o Estado. Em 04 de setembro de 1930, finalmente recebeu o nome que tem hoje...

Fiz algumas pinturas e desenhos para a minha querida cidade.

Bruno Steinbach. "Parahyba, opus I".
Acrílica/tela, 60 x 100 cm, 22 dez 2016. Parahyba, Brasil. 
Coleção: Lourdes Bonavides Mariz Maia. Recife (PE).
Obra patrocínio Parahybavista.

O PORTO DO CAPIM, ONDE TUDO COMEÇOU

"O Porto do Varadouro, popularmente conhecido como Porto do Capim, denominação que se acredita que surgiu devido à quantidade de capim que ali desembarcava para alimentar os animais que serviam de transporte naquela época, era o porto principal da cidade de João Pessoa quando o Porto de Cabedelo ainda não existia.
Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) mandou fazer um Porto Internacional na bacia do Sanhauá em frente ao porto original. Obra que nunca se concretizou, houve desvio de recursos e falta de estudos para sua viabilidade. Hoje ainda existem vestígios de concreto armado fincadas as margens do Sanhauá. A partir de 1935, com a inauguração do Porto de Cabedelo e a efetivação do transporte ferroviário de João Pessoa para Cabedelo, o porto da cidade foi sendo gradualmente desativado, gerando a decadência da área - sendo com o passar dos anos ocupada por famílias carentes. Hoje o local vive o abandono, pois faltam saneamento e condições básicas de vida. "
Fonte:


Esta é uma vista parcial de quem chega pelo rio Sanhauá, vendo-se em primeiro plano o "Porto do Capim", onde tudo começou, seguido do Varadouro, com o centro histórico e a igreja de São Frei Pedro Gonçalves - onde havia uma cidadela, seguidos do casario corcoveando pelas ladeiras em busca da cidade alta, ao fundo. Na imagem acima: pintura de Bruno Steinbach. "PARAHYBAVISTA (SANHAUÁ, PORTO DO CAPIM e VARADOURO), opus I". Painel em acrílica/tela, 120 x 194 cm. Parahyba, dezembro de 2013. Acervo: Tribunal de Justiça da Paraíba. Em primeiro plano, os casebres do porto do capim e, depois, o casario antigo do varadouro; no alto, a igreja de São Frei Pedro Gonçalves, com a cidade alta e a Igreja de São Francisco, mais à direita, ao fundo.

"Embora secularmente a culta mente tente,

é impossível ocultar da Luz a face dessa pobre gente;

um dia seu nobre silêncio, gritante ao sol poente, 

certamente despertará bravamente a nossa civilização dormente."



Bruno Steinbach. "Parahyba e Sanhauá, opus I". 
Óleo/tela, 100 x 120 cm. 2005. 
Coleção: Desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcante Maranhão. 
Paraíba, Brasil.
Obra patrocínio Parahybavista.

DO RIO PARA O MAR

Conhecida como a cidade onde o sol nasce primeiro, devido ao ponto mais oriental das Américas se localizar aqui, nossa velha e charmosa Parahyba se esparrama verde e lindamente entre a belíssima praia do Cabo Branco e o crepuscular rio Sanhauá, oferecendo aos habitantes uma verdadeira viagem pelo presente e pelo passado.

Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus IV". 
Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Acervo: SESC PARAÍBA - Centro de Turismo e Lazer do Sesc Paraíba
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus III". 
Acrílica/tela, 140 x 250 cm, janeiro de 2012. 
João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
Coleção: Eduardo Machado Silva
João Pessoa, Paraíba, Brasil.

Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus VIII". 
Acrílica/tela, 80 x 100 cm. Julho de 2015, Parahyba, Brasil.
Coleção: Geisa Galvão Ribeiro. 
João Pessoa, Paraíba.
Da série PARAHYBAVISTA - AGONIA E ÊXTASE

Bruno Steinbach Silva, "Cabo Branco, opus VI". 
Acrílica/tela, 70 x 100 cm.
Coleção: Lua Maia Pitanga.
 Patrocínio Parahybavista

Bruno Steinbach. "PHOENIX, opus I".
Óleo/tela, 50 x 70 cm, 2005, Parahyba, Brasil.
Coleção Marcelo Steinbach Silva (in memoriam).
Rebatizado para "ASA BRANCA, opus I", a pedido do seu novo tutor, Klécius Leite Fernandes.
Acervo: Klécius Leite Fernandes. 
Paraíba, Brasil.


Bruno Steinbach Silva. "Cabo Branco, opus IX". 
Acrílica/tela, 60 x 100 cm. Abril de 2016, Parahyba, Brasil.
Da série temática PARAHYBAVISTA.

Bruno Steinbach. "Parahybavista do Sanhauá, opus III". 
Infogravura/esboço/papel sulfite 180 gr, 29,7 x 42 cm, outubro 2013.
Parahyba, Paraíba, Brasil.

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NA CAVERNA (MAIO DE 2009)

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Paraíba, Brasil, maio de 2009.

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