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A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

  O que faço, porque faço, como faço e onde faço. O xamanismo dos caçadores pré-históricos baseava-se na crença de que vis...

domingo, 4 de novembro de 2018

ARTE: CULTURA E MERCADO

Ultimamente nós artistas somos o alvo predileto dos incultos emergentes nesse circo de horrores que se tornou o Brasil.
Não somos ladrões, não somos corruptos. Os ladrões estão deitados nas camas da escória hipócrita que nos ofende e denigre. Os desvios de conduta na Lei Rouanet - que tanto nos culpam esses desinformados estúpidos, aconteceram pelo conluio de alguns produtores culturais desonestos e grandes empresas patrocinadoras, com a conivência - por inépcia e/ou corrupção - de burocratas do Ministério da Cultura que não efetuaram uma fiscalização eficaz ou aprovaram projetos absurdos. Apesar da citada lei ter sido criada com o intuito de auxiliar artistas com pouca visibilidade, na prática as coisas funcionam bem diferente: as grandes empresas patrocinadoras já têm os seus artistas prediletos em seus projetos prontos, que apresentam através de produtores culturais "laranjas". Artistas apadrinhados políticos também se beneficiam - apesar de serem os que menos recebem desse bolo.. Aí todos já conhecemos a história: desvios de objetivos e projetos estapafúrdios sendo aprovados pelo Minc, sem a devida fiscalização da execução, num grande conluio de "boca livre". Mas isso não justifica essa generalização que nos inclui - os artistas honestos, que somos a maioria - nessa safadeza. Nós nada temos a ver com isso.
Também não somos inúteis; com a nossa alquimia - como mensageiros e interpretes do mundo espiritual, nós zelamos, alegramos e embelezamos o mundo com a materialização da nossa Arte. Economicamente somos responsáveis por uma gama de atividades ´que movimenta capital e gera impostos (veja mais abaixo).
Respeite o Artista - ou vá para a ponte que caiu!

Bruno Steinbach. "A mulher e o quadro".
Óleo/tela, 90x120 cm, 1990, Presídio do Róger, João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Coleção: Leonardo Fontes Silva, João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Uma obra de arte é uma maravilha: Não polui, gera empregos, cultura e renda; alimenta a alma e valoriza com o passar do tempo. Vale mais que camionetes ou sofás.

Para quem não sabia, a arte movimenta capital e gera impostos mais que a indústria automobilística - empregando mais gente. Mantém editoras especializadas, fábricas e lojas de material técnico, gráficas, galerias de arte, museus, instituições culturais, seguradoras, financeiras, transportadoras, artesãos, moldureiros... e nós outros - os artistas, responsáveis por tudo acontecer, oferecendo beleza, esclarecimento e entretenimento para as pessoas. Quando alguém compra uma obra de arte - a boa e velha pintura de cavalete, uma gravura, um desenho, uma escultura, uma cerâmica - está alimentando toda essa cadeia produtiva. Não tem nada de inútil e nem de supérfluo - ao contrário de inúmeras porcarias "conceituais" financiadas que andam soltas por aí. Deve zelar por ela, pois a arte não tem dono - apenas tutor, pois se compra o objeto e não a imagem - a propriedade intelectual, que é do artista e da humanidade.

Enfim, permitindo-me o uso do lugar-comum, nada substitui o talento, o dom da artesania - por mais que os infiéis tentem... Essa sabedoria em manipular corretamente os materiais é o que nos torna alquimistas, intérpretes do divino, responsáveis pela materialização do mundo espiritual, Xamãs. O resto é conversa fiada.

Infelizmente, pouquíssima gente metida a besta sabe disso; hoje em dia, principalmente nas bandas de cá, a maioria dos "projetos" de interiores visa a colocação de objetos industrializados, com suas paredes patinadas ou com frisos e reentrâncias, praticamente impossibilitando a aposição de uma obra de arte, numa obscura falta de conhecimento e de respeito com os artistas da terra.


ARTE NÃO É MERCADORIA DE PRATELEIRA



Nesse universo da arte existem indivíduos arrogantes o bastante para se acharem com o poder de certificarem o que é bom e o que é ruim no mundo das artes plásticas, chegando ao absurdo de publicarem anualmente livros com a cotação das obras, como se isso fosse um "selo" de qualidade indiscutível, como se tivessem um dom Divino para colocar "códigos de barras" em obras de arte. Eu acredito que eles receberam um dom, mas do diabo. E com esse "dom" fazem as suas oportunistas manipulações estético-financeiras, associados a alguns críticos, galeristas e leiloeiros, todos enriquecendo com os pagamentos que lhes aprazam, seja prestígio, poder ou capital.
E há tolos que embarcam nessa viagem, tanto entre os colecionadores como entre os próprios artistas - muitos deles recorrendo à bajulação para fazerem parte dessas listas fatídicas, dando ainda mais poderes para esses mercenários. Menos eu, pois o que tenho para esse tipo de gente é desprezo... Arte não é investimento financeiro. Quem quer fazer isso deve comprar terrenos e ouro. A maior prova dessa malvada manipulação de um perverso mercado de arte é a obra de Van Gogh - que nunca conseguiu vender sequer um quadro em vida, quando seus críticos contemporâneos não lhe davam o menor valor, coitado - e hoje enriquece esses aproveitadores.
Arte não é mercadoria de prateleira! Arte é um alimento para a alma!

JANELA LÚDICA

Uma obra de arte é uma janela lúdica que te suga através do frio muro da realidade e te eleva para a terra do nunca. Um portal por onde podemos passar e levar os nossos sonhos para passear...

Bruno Steinbach. "Parahyba e Sanhauá, opus I". Óleo/tela, 100 x 120 cm. 2005.
Da série PARAHYBAVISTA - AGONIA E ÊXTASE.
Coleção: Desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcante Maranhão. Paraíba, Brasil.



terça-feira, 23 de outubro de 2018

O voo da insensatez: O Zeppelin está chegando.

Boaventura alerta: já não é preciso tanques. Usa-se o poder plutocrático, a manipulação das redes e a captura das instituições. É preciso deter tal tragédia no Brasil

"A captura das instituições"

["O impacto das práticas autoritárias e anti-democráticas nas instituições ocorre paulatinamente. Presidentes e parlamentos eleitos pelos novos tipos de fraude têm o caminho aberto para instrumentalizar as instituições democráticas, e podem fazê-lo supostamente dentro da legalidade, por mais evidentes que sejam os atropelos e interpretações enviesadas da lei ou da Constituição (As fake news e os algoritmos patrocinados por caixa 2, assim como dark money - que não é outra coisa senão corrupção legalizada. É esse mesmo dark money que explica no Brasil uma composição do Congresso dominada pelas bancadas da bala, da bíblia e do boi, uma caricatura cruel da sociedade brasileira) . Em tempos recentes, o Brasil tornou-se um laboratório imenso de manipulação autoritária da legalidade. Foi esta captura que tornou possível a chegada ao segundo turno de um neo-fascista fanfarrão e a sua eventual eleição. Tal como tem acontecido noutros países, a primeira instituição a ser capturada é o sistema judicial. Por duas razões: por ser a instituição com poder político mais distante da política eleitoral e por constitucionalmente ser o órgão de soberania concebido como “árbitro neutro”. O que será a democracia brasileira se esta captura se concretizar, seguida das outras que ela tornará possível? Será ainda uma democracia?"]

(*) Extraído de texto de BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS - "As democracias também são mortas em silêncio" - publicado em Outras Palavras


O QUE SERÁ QUE SERÁ?
Pintura de Bruno Steinbach: "Brasília em Chamas". Painel em acrílica/tela, medindo 150 x 250 cm.
13 de outubro de 2014. Parahyba, Brasil.
Encomenda de Inaldo Leitão (Brasília - DF).







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NA CAVERNA (MAIO DE 2009)
Paraíba, Brasil, maio de 2009.

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