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A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

  O que faço, porque faço, como faço e onde faço. O xamanismo dos caçadores pré-históricos baseava-se na crença de que vis...

domingo, 11 de outubro de 2015

A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!





 O que faço, porque faço, como faço e onde faço.


O xamanismo dos caçadores pré-históricos baseava-se na crença de que visões interiormente criadas pelo poder da imaginação e expressas em pinturas rupestres podiam influir sobre o curso dos acontecimentos reais. Sugestionados pelo xamã (em transe autoinduzido) em rituais de dança, pintura e poesia, esses homens primitivos saiam para caçar confiantes no sucesso da jornada, do qual dependia a sobrevivência de toda a tribo.
O xamã representava vividamente a cosmologia da comunidade aos que o rodeavam. Intérprete e mensageiro do divino, esse artista primevo materializava em suas pinturas a sua experiência no mundo espiritual. Com importante papel social, zelava misticamente pela tribo, que retribuía fornecendo-lhe o necessário para que pudesse dedicar-se unicamente à sua arte. O homem atual pode sentir-se humilhado ao contemplar e tentar explicar as precoces realizações desses primeiros artistas da raça humana, capazes de criar em suas cavernas obras magníficas com os mais simples e toscos materiais.
Um belo exemplo deixado por esses seres primitivos, que sabiam valorizar e cuidar tão bem dos seus artistas.
Uma lição que precisa ser apreendida pela sociedade “evoluída” dos dias atuais, que gasta fortunas com pesquisas e publicações acadêmicas sobre arte e esquece o principal - abandonando-o à própria sorte: O Artista!

* Na Imagem:
Pintura rupestre na Toca do Boqueirão da Pedra Furada, Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil.

COMO FUNCIONA HOJE: PAPOS DE ARANHA NA TORRE DE BABEL.

Infelizmente a nossa sociedade "evoluída" dos dias atuais não apreendeu a lição dada pelos nossos ancestrais das cavernas. Nossos artistas estão cada vez mais sozinhos, mais abandonados. O que existe é muita conversa fiada e projetos que só complicam a vida de quem precisa vender o que produz para sobreviver.
É o que vejo por aí, com raríssimas exceções, nas instituições públicas de fomento à cultura: Artistas frustados mutando para críticos,  burocratas "pedagogos ou "curadores". Então haja projetos e mais projetos, onde a verdadeira intenção é sublimar o autor do projeto (o curador ou burocrata de plantão) em detrimento do verdadeiro autor da obra (o artista). Daí a excessiva quantidade de "exposições pedagógicas", mostras "conceituais", sem interesse comercial (como se isso fosse errado), quase sempre coletivas, ou de artistas que "já passaram desta pra melhor", que já morreram; então as luzes da ribalta vão pra quem? Heim? Para um obscuro e pedante curador ou teórico "agitador cultural" que elaborou um projeto e fica com as honrarias e a grana, de preferência acompanhadas de uma tese de doutorado, sonho de consumo de todo aspirante a chato ao quadrado... Para eles quanto mais ininteligível a obra melhor, pois poderão explanar seus conceitos absurdos à vontade e tecer suas teias de elucubrações labirínticas emaranhadas em papos de aranha. E é nessa hora que entram os apadrinhados, carregando e empurrando as suas porcarias goela abaixo dos incautos alunos e frequentadores desavisados (com raras e notórias exceções, repito). E tome salas e equipamentos para explicarem o inexplicável, o ininteligível, muitas vezes quase sem sobrar espaço para o que realmente importa: A verdadeira obra de arte, que "fala" por si só.
Instituições com estrutura de primeiríssima categoria (falo de equipamentos, não de recursos humanos) que vivem de verbas destinadas à arte mas sequer mostram em seus sites um catálogo virtual dos artistas de seus respectivos Estados! Será incompetência ou sacanagem mesmo? Eu acho que as duas coisas juntas. Em seu mundinho arrogante e mesquinho, esses indivíduos não abrem mão de seu ilusório poder, negando-se então a dar asas próprias aos artistas, a facilitar o acesso do público ao seu trabalho, sem a "orientação" oficial. Então o artista desavisado que procura esses lugares se ferra, sendo manipulado e posto à margem da festa, tratado como um subalterno, muitas vezes sem ter nem o que comer e nem como voltar pra casa - quando tem uma, festa essa que fica "pertencendo" ao curador, que não pinta, não toca, não canta, não f... e nem sai de cima!
Comigo não violão... Eu mesmo organizo minhas exposições, cuido pessoalmente da produção; preciso vender o que faço, pois não mamo em tetas de onde jorram verbas públicas.
Comigo esse tipo de curador não se cria... não se cura!

O PESCADOR DE ILUSÕES


Mercador de ilusões,
sorvendo cores e aspirando ideias, orvalhando emoção.
Atrevido artista nômade, encantado pela musa linda e querida...
Pescador de sonhos e visões,
navegando na fantástica e invisível arca da inspiração.
Alegre caçador de fantasias, vivendo o amor e comendo a vida ...

Sei de onde vim, estou aprendendo o que sou e sei para onde vou!
Sou trineto de um Padre (José Antônio Marques da Silva Guimarães, deputado provincial por quatro mandatos e vigário da cidade de Sousa , sertão da Paraíba, por quarenta e oito anos , que, sem abdicar de suas funções sacerdotais, desposou Maria da Conceição Gomes Mariz, em 1838, de cuja união nasceram catorze filhos). Meu avô materno é o alemão Walter Julius César Steinbach (casado com a baiana de Feira de Santana e filha de portugueses Elvira Ferreira Steinbach ) e o avô paterno é o “Coronel” sertanejo Basílio Pordeus Silva (casado com a neta do vigário, Joana -Geni- Ferreira Rocha). Finalmente, sou filho de um paraibano e de uma baiana (o médico Isaias Silva e Mariêta Steinbach Silva).
Toda essa mistura genética e esse verdadeiro pirão geográfico e cultural me tornaram um artista estilisticamente nômade, a vagar pelos próprios caminhos e veredas, na solitária e abnegada busca da sua identidade enquanto ser humano e artista , sem desprezar os valores da sua terra e da sua gente, contudo jamais se deixando apanhar pela ardilosa tentação dos regionalismos ingênuos e estereotipados que tantos limites e fronteiras nos impõem, pois, mais que paraibano ou nordestino ou brasileiro, sou apenas um terráqueo com as raízes aéreas se espalhando e se nutrindo por toda a Terra.
Como um alquimista, aprendi a enfrentar as adversidades, vencê-las e transformá-las em energia estimulante para novos desafios. Como um xamã, é na pintura e na “boêmia” que encontro a matéria prima que me possibilita essa fascinante aventura, entre a agonia e o êxtase, um cigano amante do tempo em alucinante viagem rumo ao conhecimento e a excelência, como meio de transmitir de forma simples, honesta e duradoura aquilo que realmente importa na vida - a emoção, o amor.
Fiel a minha própria verdade, nunca me preocupei com tendências estéticas da hora, com as suas “panelas” repletas de elucubrações inócuas e abstratas, seguidas de polêmicas discussões que se prolongam até o inferno esfriar, quando e onde a vaidade e a arrogância se escondem disfarçadas em supostas ideias originais.
Refugiei-me em minha caverna, longe desses quixotescos e às vezes dantescos revolucionários e de seus discursos; Troquei a conversa fiada pela atitude, o verbo pela imagem.
A internet possibilitou-me a estreia no mundo virtual como um artista sonhador e solitário na sua arte, soltando "esse grito que é a revelação desse infinito que trago encarcerado em minh'alma"... Sim, estou muito feliz por saber que o que pinto e escrevo está sendo visto por pessoas do mundo inteiro. Satisfeito pelo êxito dessa jornada, chegando até o centro do objetivo de toda essa trajetória: o seu coração! E isso me estimula e me impulsiona para o alto, acima do muro erguido pelo mesquinho estabelishement e pelos seus hipócritas servos, transgredindo suas normas de invisibilidade mas me mantendo com os pés no chão. A isso eu chamo de crescimento, de superação...

ARTE NÃO É MERCADORIA DE PRATELEIRA

Nesse universo da arte existem indivíduos arrogantes o bastante para se acharem com o poder de certificarem o que é bom e o que é ruim no mundo das artes plásticas, chegando ao absurdo de publicarem anualmente livros com a cotação das obras, como se isso fosse um "selo" de qualidade indiscutível, como se tivessem um dom Divino para colocar "códigos de barras" em obras de arte. Eu acredito que eles receberam um dom, mas do diabo. E com esse "dom" fazem as suas oportunistas manipulações estético-financeiras, associados a alguns críticos, galeristas e leiloeiros,  todos enriquecendo com os pagamentos que lhes aprazam, seja prestígio, poder ou capital.
E há tolos que embarcam nessa viagem, tanto entre os colecionadores como entre os próprios artistas - muitos deles recorrendo à bajulação para fazerem parte dessas listas fatídicas, dando ainda mais poderes para esses mercenários. Menos eu, pois o que tenho para esse tipo de gente é desprezo...
Arte não é investimento financeiro. Quem quer fazer isso deve comprar terrenos e ouro. A maior prova dessa malvada manipulação de um perverso mercado de arte é a obra de Van Gogh - que nunca conseguiu vender sequer um quadro em vida, quando seus críticos contemporâneos não lhe davam o menor valor, coitado - e hoje enriquece esses aproveitadores.
JANELA LÚDICA
Uma boa pintura é uma janela lúdica que te suga através do frio muro da realidade e te eleva para a terra do nunca. Um portal por onde podemos passar e levar os nossos sonhos para passear... Nada aquém nem além.
Quando pinto a natureza, sempre pinto paisagens que se pareçam com pinturas, não pinturas parecidas com paisagens.
Arte não é mercadoria de prateleira!
Arte é um alimento para a alma!

ORA PRO NOBIS

Ao contrário da energia negativa de uma explosão nuclear, que destrói, o artista gera ondas silenciosas de energia positiva, quando manipula matérias ou altera o espaço enquanto cria suas obras, na aparente solidão de sua caverna; é como se orasse por todos nós.
A arte é a materialização do mundo espiritual, o artista o seu alquimista. É assim desde os tempos primevos, com os xamãs artistas em suas cavernas, intérpretes e mensageiros do Divino. A Arte está acima do humano, do material, do mero objeto de manipulações.

Portanto, a opinião “responsável” da crítica e o apoio "oficial" não me interessam…
Dessa "Torre de Babel" em que se transformou o mercado de arte e dessa "crítica" eu quero distância. Sempre fui independente, eu mesmo divulgo e vendo o que pinto, sem intermediários e sem precisar da aprovação de nenhum "curador" pedante. Pinto o que quero, quando quero e para quem eu quero. Tenho um público de amigos fiéis que sempre patrocinam os meus projetos, o que me permite viver modesta e decentemente sem necessitar estar "passando o bajulador chapéu" pelas instituições do governo, pois não tenho a menor vocação para "bobo da corte"... O que quero é" ver alguém ardendo no fogo que eu próprio ateei"! As obras criadas por mim, ou através de mim, não são objetos de decoração. Tampouco dependem de complicados conceitos para serem captadas pelos sentidos do observador. O que pinto são emoções materializadas em imagens duradouras para serem guardadas, muito bem guardadas, na memória e no coração das pessoas.
Pessoas como você, que está aqui agora!

Bruno Steinbach Silva, Cabo Branco, Paraíba, Brasil.

Artist Sites:

COMO ME ENCONTRAR



Atendendo a pedidos, coloco aqui os "atalhos" para as minhas páginas públicas, onde estão imagens das obras, projetos em andamento, biografia, bastidores do atelier, galeria virtual, blogs...

ARTIST SITES:

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BIOGRAFIA (de onde vim, o que sou, aonde vou)

Imagens e reportagens das principais exposições:

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CATÁLOGO (GOOGLE)
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 CATÁLOGO DAS OBRAS

OS RETRATOS

PROJETO PARAHYBAVISTA

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PINTURAS PARAHYBAVISTA (paisagens da Paraíba)

GRAVURAS PARAYBAVISTA:

REPRODUÇÃO EM CANVAS (TELAS)

Contato:
brunosteinbachsilva@gmail.com
(83) 986609282 OI / 999518663 TIM

Tijolo após tijolo, devagarinho e com carinho, continuo seguindo o meu caminho...
Deixando na memória das pessoas as minhas pegadas de tintas com as cores dos sonhos aplicadas com pinceladas de vida.

Poema aos 5 Arcanjos
O cantor com seu canto nos acalanta.
A bailarina dançando nos encanta.
A atriz recitando o poeta nos enleva com a poesia vivida...
O pintor mistura tudo ao seu coquetel de cores e explode em vida!
Se o acaso as cores e pincéis lhe roubar,
Seu leal corpo matéria prima há de arranjar...

Agradeço todos os dias por fazer parte desse grupo distinto,
onde ninguém precisa de equipamento pelo homem fabricado.
A nossa inspiração vem do sonho e do instinto.
A nossa verdade está no próprio corpo bem amado!
Flor artemisia nos alimentando com delicioso absinto.

Mercador de ilusões,
sorvendo cores e aspirando ideias, orvalhando emoção.
Atrevido artista nômade,
encantado pela musa linda e querida...
Pescador de sonhos e visões,
navegando na fantástica e invisível arca da inspiração
Alegre caçador de fantasias, vivendo o amor e comendo a vida...

BRUNO STEINBACH SILVA nasceu no dia 27 de agosto de 1958, na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Neto de Alemães e de Portugueses, filho de pai paraibano e de mãe baiana, com tempero bem brasileiro. Dedicou-se logo cedo à pintura, como autodidata. Em 1976 realizou sua primeira exposição de pintura, na Galeria Pedro Américo, da Universidade Federal da Paraíba (João Pessoa-PB). Em 1977 ganha o prêmio de melhor pintura na Coletiva Universitária de Artes Plásticas da Paraíba, no Museu de Arte Moderna de Campina Grande-PB. No mesmo ano, ingressa no curso de Licenciatura Plena em Letras e, posteriormente, no de Bacharelado em Filosofia Plena, ambos na UFPB.

Em 1978 realiza sua primeira exposição individual na Reitoria da UFPB, com desenhos e gravuras onde a temática social era um claro protesto contra o regime militar da época.

Em 1998 realizou uma exposição individual de grande repercussão no meio sócio-cultural do Rio Grande do Norte, a Mostra “NômadesAmantes do Tempo” (Pinturas Eróticas), que inaugurou a Galeria de Arte do Museu Municipal de Mossoró. As matérias positivas publicadas nos jornais, quase que diariamente, levaram-no a ser convidado para expor as obras na Capitania das Artes, Fundação Cultural da Prefeitura de Natal.

Em 2002, pinta o retrato do Presidente Epitácio Pessoa, obra inaugurada em sessão solene no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, onde foi instalada. Bruno é convidado a ocupar a tribuna da Casa, onde faz um discurso sobre a vida de Epitácio Pessoa e é aplaudido de pé pelos presentes. No mesmo ano, pinta o retrato do Deputado José Mariz, para o Plenário do qual é o Patrono.

Em 2004 realiza a exposição retrospectiva ,“Steinbach 30 anos de Pintura” com cerca de 50 obras, do primeiro quadro a óleo à atualidade, no Casarão 34, Centro Cultural de João Pessoa.

Em junho de 2006 é convidado a participar da Exposição Coletiva de Pintura “Artistas Brasileiros 2006”, mostra organizada pelo Senado Federal, objetivando catalogar e expor os artistas (pintores) mais expressivos da atualidade em seus respectivos Estados. Bruno foi representando a Paraíba. A exposição foi no Salão Negro do Congresso Nacional, com abertura presidida pelo Presidente do Senado, Renan Calheiros, em solenidade muito prestigiada pela sociedade em geral e pelo corpo diplomático sediado no Distrito Federal. O evento foi um sucesso, com a participação de 60 artistas de todo o Brasil e cerca de 10.000 visitantes. Esse evento abriu-lhe novos horizontes profissionais, tanto no Brasil como no exterior.

Especialista na pintura a óleo/tela, Bruno é um artista estilisticamente nômade, percorrendo todos os lugares que a sua imaginação criadora permite, sempre buscando o aperfeiçoamento e criando novas técnicas, mostrando a beleza do seu requinte profissional, seja nos retratos ou nos quadros sensuais, nas paisagens ou nas naturezas mortas. Seu nome é citado em livros e há inúmeras reportagens sobre sua vida em revistas e jornais do Brasil. Os quadros de Steinbach adornam paredes sofisticadas da Europa, Estados Unidos e Canadá, integrando coleções particulares dos aficcionados da arte.

Hoje reside em João Pessoa, Paraíba, onde possui atelier de pintura e continua vivendo unicamente de sua arte, que mostra regularmente em viagens pelo Brasil e através do mundo virtual, para o mundo inteiro.

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JOÃO E MARIA

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NA CAVERNA (MAIO DE 2009)

NA CAVERNA (MAIO DE 2009)
Paraíba, Brasil, maio de 2009.

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