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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

NEGÓCIO DAS ARÁBIAS




A COP28 do Clima em Dubai:
Um balcão de negócios das arábias

O executivo Sultan al-Jaber, polêmico presidente da COP28 que chefia a petrolífera estatal dos Emirados (ADNOC, uma das sete maiores do mundo), é acusado de aproveitar a COP28 em Dubai para promover os interesses da empresa.

As revelações foram feitas pela BBC e pelo Centre for Climate Reporting, do Reino Unido, que obtiveram documentos internos da equipe de al-Jaber que mostram a “atuação dupla” dos representantes dos Emirados Árabes nas conversas preparatórias à Conferência de Dubai.


Os documentos continham talking points para encontros de al-Jaber com representantes de outros governos, com itens que nada tinham a ver com negociação climática, mas sim com possíveis acordos da ADNOC e de outras petroleiras dos Emirados Árabes com esses países.

A notícia causou grande comoção entre grupos de ativistas climáticos, que há meses questionam a condição dupla de al-Jaber – que, ao mesmo tempo em que encabeça as negociações climáticas da ONU em Dubai, também preside uma empresa de combustíveis fósseis. Mas a irritação não se limita à sociedade civil organizada.

“Utilizar as negociações internacionais sobre o clima para alavancar novos projetos de petróleo e gás em um momento em que precisamos urgentemente eliminar os combustíveis fósseis é, para dizer o mínimo, totalmente terrível”, criticou o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore em um post no XTwitter.

Saiba mais:

Talvez para acalmar os ânimos dos ambientalistas, a cúpula do clima da ONU, anunciou nesta quinta-feira (30) a destinação de cerca de US$ 420 milhões para apoiar países afetados pelo aquecimento global.

Embora o valor seja considerado irrisório por especialistas, a decisão é considerada histórica. 

A destinação da verba para o chamado "Fundo de Perdas e Danos" concretiza o principal resultado da COP 27, realizada em 2023 no Egito, onde foi aprovada a criação do fundo, mas sem definir seus detalhes.

Segundo o G1, desse valor as principais contribuições anunciadas foram: 246 milhões de dólares da União Europeia (1,2 bilhão de reais), 100 milhões de dólares dos Emirados Árabes Unidos (493,4 milhões de reais)
17,5 milhões de dólares (86,3 milhões de reais) dos Estados Unidos (valor irrelevante, se considerarmos que já vai gastando bilhões de dólares com Israel na guerra com o Hamas). E por falar em Estados Unidos, nem eles nem a China - que são os dois maiores poluidores do planeta - compareceram à COP de Dubai...

RAPOSAS NO GALINHEIRO 


Pelo visto até agora, essa COP28 é mais uma embromação promovida pelos que mais poluem, que são os países mais ricos do planeta. A realização de uma cúpula em Dubai para discutir soluções para os problemas climáticos da Terra é a mesma coisa que convidar as raposas para encontrar a melhor solução para a segurança das galinhas... Então, com tantos bichos suspeitos, coloquem logo uma raposa para tomar conta do galinheiro...

Talvez na COP29 - que ainda não se sabe aonde será - convidem os incendiários para resolverem os problemas das queimadas nas grandes florestas do planeta...

Tomara que na COP30, que será realizada em Belém do Pará, O BRASIL consiga convencer os demais países a  tomarem atitudes concretas para evitar essa catástrofe anunciada que exterminará tudo o que conhecemos como vida na superfície desse nosso maravilhoso planeta.


Nessa COP28 o que se vê é um balcão de negócios das arábias.







segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

A NAU VAGANTE


Todo dia é dia da Terra
e dela cuida bem quem nunca erra.
Aproveita bem a tua vida, a tua linda jornada...
Zela o caminho que vale mais que a chegada.
Cuida da tua única nau vagante nesse universo instigante,
estrelando bem o sonho do bom viajante.


UMA JÓIA RARA NO UNIVERSO HOSTIL


Nosso único abrigo sendo destruído por uma praga chamada homo sapiens, cuja grande maioria dos seus indivíduos nada têm de sábios e é o único animal que destrói o nosso planeta lindo.

O AVISO DA TERRA

As pandemias e os cataclismas são a resposta do planeta para se proteger desses predadores. As catástrofes climáticas e a peste são um aviso do planeta que chora pela ingratidão dos seus péssimos inquilinos.


Cientistas alertam:
A humanidade está quase condenada por suas atitudes
Texto reproduzido do site OLHAR DIGITAL
(Por Kaique Lima, editado por André Lucena 27/04/2021 05h22, atualizada em 28/04/2021 18h)4)3


Um grupo de cientistas da Universidade Flinders, na Austrália, publicou um artigo alertando que a humanidade estaria “quase condenada” por conta de suas próprias atitudes. Segundo os estudiosos, a escala das ameaças motivadas pelas mudanças climáticas e a perda da biodiversidade induzida pelo homem pode ter efeitos ainda mais graves do que se imagina atualmente.

No estudo publicado na revista Frontiers in Conservation Science, os pesquisadores alertam para um “futuro medonho”, que envolveria uma extinção em massa e até mesmo o fim da nossa espécie. “A humanidade está causando uma rápida perda de biodiversidade e, com ela, a capacidade da Terra de sustentar vidas complexas”, disse o autor principal e ecologista, Corey Bradshaw.

Os pesquisadores afirmam que os líderes mundiais precisam de um “banho frio” sobre o estado ambiental do planeta, tanto para melhorar o planejamento, quanto para ações efetivas para evitar que esse futuro seja de curto ou médio prazo.

“O mainstream está tendo dificuldade em compreender a magnitude dessa perda, apesar da erosão constante da estrutura da civilização humana”, declarou Bradshaw. “Na verdade, a escala das ameaças à biosfera e todas as suas formas de vida é tão grande que é difícil de entender mesmo por especialistas bem informados”, completou o professor.

Principais agravantes

Para os especialistas, líderes mundiais não estão prontos para os desafios que se avizinham. Crédito: ONU/Divulgação

Para Bradshaw e sua equipe, a humanidade ter chegado nessa situação se deve a um pensamento que não coloca as questões ambientais como prioridade. “O problema é agravado pela ignorância e pelo interesse próprio de curto prazo, com a busca por riquezas e interesses políticos atrapalhando a ação que é crucial para a sobrevivência”, disparou o especialista.

Já para o professor Paul Ehrlich, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, um dos coautores do estudo, nenhum sistema político, econômico ou liderança está pronto para lidar com os desastres que devem acontecer. Segundo ele, sequer seria possível se preparar para os desastres previstos para o nosso futuro.

“Parar a perda de biodiversidade está longe de estar no topo das prioridades de qualquer país, ficando muito atrás de outras preocupações como emprego, saúde, crescimento econômico ou estabilidade monetária”, reclamou o acadêmico.




quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

FELIZ NATAL!

Este ano não foi nada fácil, apenas idiotas e tolos obscurantistas que vivem na "terra plana e chata" não perceberam isso. Mas nós percebemos e estamos nos cuidadando para superararmos todas essas dificuldades e enfrentarmos e derrotarmos o negacionismo dos cretinos ignorantes - muitos deles culpados pela resposta biológica que o nosso lindo planeta Terra está dando para a espécie humana, através da mãe Natureza...

Chegamos até aqui; agora falta pouco para nos livrarmos dessa pandemia e de muitos idiotas que não se previnem contra ela - pondo em risco as vidas de todos.

Mas nós sobreviveremos!

Feliz Natal!




sexta-feira, 2 de outubro de 2020

A NAU VAGANTE

 


Todo dia é dia da terra
e dela cuida bem quem nunca erra.
Aproveita bem a tua vida, a tua jornada...
Pois o caminho vale mais que a chegada.
Cuidando da tua única nau vagante,
estrelando o sonho do bom viajante.

A única diferença cultural realmente importante que vejo no mundo está na relação entre o culto e o ignorante.

A Cultura - através da arte e do esporte - une os povos. Quem os separa é a ignorância, irmã do preconceito e do fanatismo religioso.

A luz do conhecimento leva o navegante com segurança através de todos os mares, ao contrário da escuridão da ignorância, que atola a nau na ignóbil lama do preconceito e da discriminação, afundando-a na própria destruição.

Falar em grandes diferenças culturais no Brasil é desconhecer a própria cultura, pois somos mudas híbridas das mesmas matrizes, temos as mesmas raízes, independentemente do quadrante geográfico onde crescemos. Cultos e incultos existem em todos os lugares, não é privilégio desta ou daquela região ter a sua exclusividade. 

Na relação dos indivíduos com a educação e o saber, o que pesa e separa os grupos é a distância entre o sábio e o idiota, sem distinção de cor ou de sotaque.
E é a ambição dos perversos oportunistas apoiada pelos ignorantes e idiotas que está destruindo nossa natureza, nosso mundo - que se defende com seus anticorpos contra a praga humana, a única espécie animal que destrói o seu único habitat.

Devemos combater firmemente a barbárie e a ignorância com o nosso conhecimento, com a nossa arte e com a nossa magia; afinal, somos todos navegantes nesta única e vital nau vagante do universo, um mundo maravilhoso de natureza esplêndida, coberto de água e recheado de matéria líquida incandescente que chamamos de Terra.

Imagem da pintura no cavalete lá na lua
Bruno Steinbach. "Ponta do Cabo Branco, opus IV". 
Acrílica/tela, 144 x 270 cm, abril de 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Acervo: SESC PARAÍBA / Centro de Turismo e Lazer Sesc Cabo Branco 
(av. Cabo Branco, João Pessoa, Paraíba, Brasil).





domingo, 13 de abril de 2014

ESTE É O NOSSO PLANETA