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A ARTE PRIMEVA DA HUMANIDADE: XAMÃ - PINTURA E FÉ NA CAVERNA!

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

ARIANO SUASSUNA: CAVALGANDO PELO ESPETÁCULO DA VIDA!

A encomenda: O primeiro encontro


O meu amigo Peterson Martins escreveu o livro “Os Sertões Infinitos de Rosa e Suassuna” (sobre os pontos de convergência estética entre Ariano e Guimarães Rosa, tema da sua tese de doutorado). 


Em junho de 2012 visitou-me no atelier, acompanhado da sua encantadora esposa Tatiana Correia, quando me encomendou a pintura do painel cuja imagem ilustraria a capa do seu livro. 

Ao sabor do cafezinho feito na hora, coado em pano, a conversa fluiu agradável e interessante. Muito bom! Honrado por ter sido o escolhido para a tarefa e encantado com o casal, aceitei de pronto a empreitada, embora temeroso de não corresponder às expectativas dos amigos.

Mãos à obra!







Entre várias consultas às obras de Ariano, Cervantes e Guimarães Rosa e sempre escutando atentamente as ideias de Peterson Martins sobre a sua "estética hiper-regional na literatura brasileira" (constantemente me visitava e me ligava, mas sempre gentil e paciente), meti o pincel pra cima... e pra baixo; e pra tudo que é lado, fugindo das minhas pobres ideias preconcebidas e me libertando para navegar no universo fantástico desses grandes homens.



Entre suor, tintas e vinhos, o sonho foi transformando-se em realidade; embora de um realismo fantástico, espetacular, como não poderia deixar de ser. Afinal, nascemos para sermos espetaculares!





Cansado, após dias de árduo trabalho, fiquei matutando, qual "João Grilo" preguiçoso, uma maneira mais fácil de resolver um probleminha técnico... como colocar uma multidão seguindo os três cavaleiros em seus cavalos de pau, o povo seguindo a "Santíssima Trindade"? 

Observado pelo olhar espantado de Quixote e a severa expressão de Ariano, senti que eles queriam tanto quanto eu ver a obra pronta e bem feita.




Então decretei feriado, vesti a minha roupa de domingo - apesar de ser segunda-feira, e fui beber umas cervejas com frango assado na brasa, lá no quintal da minha amiga Cecília, onde há uma mesa exclusiva para mim, debaixo de uma aroeira novinha ainda mas que já ouviu e viu muita coisa interessante sob a sua agradável e convidativa copa. 
Nada como bater papo com gente simples e desinteressada para deixar a alma leve. Sempre frequento lugares onde gostem de mim, não apenas me aturem pelo que vou gastar.


No dia seguinte, uma grande caminhada pela praia do Cabo Branco, com direito a um bom banho de mar e ao "melhor coco do mundo", no quiosque dos meus amigos Francisco e Maria...



Agora sim: Pronto para acabar a encomenda!



E já com a ideia pronta na cabeça, concluí a pintura. Assinada e datada!

"Não sei, só sei que foi assim!"




Bruno Steinbach. “Sagarana na Pedra do Reino de Ariano Suassuna e Guimarães Rosa”.
Pintura em óleo/tela, 80 x 163 cm. Dez 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Coleção: Peterson Martins. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

E a pintura virou capa de livro...



A capa do livro de Peterson Martins: “Os Sertões Infinitos de Rosa e Suassuna”

Está pronto o livro do amigo Peterson Martins, sobre a presença do hiper-regional nas obras de Ariano Suassuna e Guimarães Rosa. À venda nas melhores livrarias do Brasil. 
Eu tive o prazer e a honra de pintar para ele o painel cuja foto ilustra a capa do livro. Ele, generoso, fez questão de incluir minha foto com a biografia na “orelha” do livro, que além do trabalho acadêmico, mostra uma interessante entrevista com o escritor Ariano Suassuna. 

E a capa virou livro!

O convite para o lançamento

Peterson Martins e Tatiana Correia durante o prestigiado lançamento do livro, no "SEBO CULTURAL", em João Pessoa - PB (26/07/2013).


Sobre o livro: 

“A operação de Peterson Martins consiste em formalizar a tradução respectiva dos dois escritores em pauta para construir uma metateoria, um empreendimento da sua lavra. Tal é um dos traços de inovação do pesquisador: ele começa por investir discursivamente o espaço do Sertão (Homem e Natureza) dotando-o de um discurso análogo ao texto social da dita “maioria silenciosa”, desde o dia que descobriu uma tradição tida por genuína no engenho dos compadres Ariano e Guimarães. Dessas duas matrizes constitutivas do seu material discursivo do Sertão, ele leva à luz um Sertão que Fala com eles e pela mediação deles com ele.” (Prof. PhD. Sébastien Joachim – premiado pelo Governo Francês, em 2002, com a Chevalier De l´Ordre Dês Palmes Académiques)

Com a Cultura na cabeça...


Pra fazer o serviço completo, ajudei a carregar as caixas com os livros, antes da cerimônia de lançamento. Não deixo amigo no meio do caminho.


Uma pintura para Ariano



Um grande encontro de grandes homens:Ariano Suassuna e Peterson Martins!

Depois que escreveu o livro “Os Sertões Infinitos de Rosa e Suassuna” (sobre os pontos de convergência estética entre Ariano e Guimarães Rosa, tema da sua tese de doutorado) Peterson Martins foi visitar Ariano em sua casa para presentear o colega com uma reprodução em tecido - Giclée - da pintura que tive a honra de fazer para a capa do livro
Recado que recebi de Peterson:
”Bruno Steinbach Silva, Ariano Suassuna disse que foi um dos presentes mais honrosos que recebeu. Ficou maravilhado com sua obra! Tá vendo, meu amigo, eu te falei. Ele chamou “brincando” a composição de “Santíssima Trindade“.
Maravilha!



 Ariano Vilar Suassuna: 

Cavalgando no tempo para a sua eterna morada na Pedra do Reino. 
* 6 de junho de 1927, João Pessoa, Paraíba, Brasil. 
+ 23 de julho de 2014 (87 anos), Recife, Pernambuco, Brasil. 

Vai o bravo Homem... 
Ficam a obra e a história na nossa memória. 
Afinal a imortalidade é manter-se na memória dos outros. 
E este Homem certamente existirá para sempre nas nossas lembranças. 
Lembranças eternamente fincadas na sua Pedra do Reino. 
Bravo! Avante, cavaleiro do espetáculo!



sábado, 22 de dezembro de 2012

Retrato de Fátima Bezerra, opus II

Pronto!
Assinado, datado e catalogado.



Bruno Steinbach. "Retrato de Fátima Bezerra, opus II". Pintura em óleo/tela, 80 x 60 cm. 18 de setembro de 2012. Parahyba, Paraíba, Brasil. Encomendado pela Desembargadora paraibana Maria de Fátima Bezerra Maranhão em dezembro de 2011.

Retocado em dezembro de 2012 (na imagem abaixo, mandou que eu caprichasse mais no cabelo... Manda quem pode e obedece quem tem juízo).
    

*
O Tribunal de Justiça da Paraíba escolheu sua nova Mesa Diretora para o biênio 2013/2014. Por unanimidade, a desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti Maranhão foi eleita a primeira mulher a presidir a Corte de Justiça estadual a partir do dia 1º de fevereiro do próximo ano, durante o biênio 2013/2014.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Retrato do Desembargador Abraham Lincoln


Retrato do Desembargador Abraham Lincoln*, presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba 

Óleo/tela, 40 x 30 cm. João Pessoa, Paraíba, Brasil., 19/12/2012.
Acervo do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

*
Natural de Mamanguape, o desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos se formou, em 1977, no curso de Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Foi aprovado no concurso público para Promotor de Justiça em 1981 e ingressou na magistratura em 1982. Judicou nas comarcas de Esperança, Pombal, Bananeiras, Campina Grande e João Pessoa. Em 2000, Abraham Lincoln foi promovido, por merecimento, ao cargo de desembargador. Desde fevereiro de 2003, é presidente da Comissão de Divulgação e Jurisprudência da Revista do Foro.
No biênio 2006/2007, Abraham Lincoln foi presidente e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba(TRE-PB), tendo comandado as eleições gerais no ano de 2006. Exerceu o cargo de corregedor-geral de Justiça, eleito para o biênio 2009/2010.
Em eleição secreta ocorrida durante sessão extraordinária do Tribunal Pleno realizada no dia 3 de novembro de 2010, foi escolhido,por unanimidade, para ocupar a presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, no biênio 2011-2012.



sábado, 8 de dezembro de 2012

Mulher deitada, opus II

Pronta!
Assinada, datada e publicada.

A tela em branco é um perigoso deserto minado onde somente a magia da inspiração e o talento da criação podem semear amor, regado com suor e lágrimas e risos, tornando-o um lindo campo florido, onde podemos colher o excelente fruto que é a arte!
Mas, como no campo, há o tempo e a forma adequados de preparar, semear, cuidar e colher...
Embora na pintura cada obra seja uma colheita de um fruto novo, que nunca se sabe a hora certa de colher, o momento do artista parar, retirar-se da cena e expor ao mundo a sua debutante, que se despede da inocência para entregar-se à própria jornada rumo ao desconhecido.




Bruno Steinbach. "Mulher deitada, opus II".
Pintura em acrílica/tela, 100 x 160 cm, dezembro de 2012, Parahyba, Brasil. 
Encomenda de um de meus patrocinadores, Socorro Falcão, João Pessoa, Paraíba.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"Sagarana na Pedra do Reino de Ariano Suassuna e Guimarães Rosa".

Para mim, um artista profissional, um pintor, a maior satisfação é ver a alegria e a aprovação sinceras do resultado de uma encomenda feita por amigos. Vale muito mais que quaisquer prêmios ou opiniões da "crítica" (sic). 

São essas raras ocasiões em que me sinto útil: Produzindo felicidade!


Bruno Steinbach. "Sagarana na Pedra do Reino de Ariano Suassuna e Guimarães Rosa".
Pintura em óleo/tela, 80 x 163 cm. Dez 2012. João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Coleção: Peterson Martins. João Pessoa, Paraíba, Brasil.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

"Boi Sol, opus I - A geopolítica da fome".

CADÊ A ÁGUA DO VELHO CHICO?

PORRADA DE DINHEIRO GASTO, DERRAME NA ELEIÇÃO...
E NADA DA TRANSPOSIÇÃO PRO NOSSO SERTÃO!
ATÉ QUANDO, SÃO FRANCISCO? 
ATÉ QUANDO VAMOS AGUENTAR ESSA EMBROMAÇÃO?



"Boi Sol, opus I - A geopolítica da fome". Infogravura / papel sulfite 180 gr, 29,7 x 42 cm, 2012. Paraíba, Brasil. 
Do álbum "PARAHYBAVISTA". http://parahybavista.blogspot.com.br/





TRANSPOSIÇÃO PARADA: CADÊ A ÁGUA DO VELHO CHICO?
Os judeus em poucas décadas transformaram uma porcaria de deserto e pântanos fétidos numa maravilha da agricultura, enfrentando os morteiros dos árabes e tendo que dessalinizar a água do mar. Por que não resolvemos logo esse problema da seca no nordeste? Por que não damos um basta nesses sacanas que vivem como sanguessugas da "indústria da seca"?
Grande parte das obras de transposição do São Francisco está abandonada, por questões políticas e burocráticas, o que acarretará mais despesas de consertos e etc...
Contrastando com a urgência pelos que sofrem com a seca, as obras de transposição do rio São Francisco continuam paralisadas na Paraíba. Segundo um dos engenheiros responsáveis, apenas três lotes da obra estão em andamento. A previsão de conclusão inicial para junho de 2010 foi adiada para o segundo semestre de 2015, segundo o Ministério da Integração Nacional.
Até essa água chegar, depois da copa, das olimpíadas e sabe-se lá mais o que, muito bicho e muita gente vai morrer... De sede e de fome.



CORRUPÇÃO: UMA FONTE QUE NÃO SECA!

No nordeste a única fonte que não seca é a da corrupção.
Irrigando interesses políticos e financeiros, má gestão e distribuição de recursos, obras ineficazes ou concentradas em latifúndios... É a indústria da seca, com seus paliativos emergenciais e eleitoreiros, mantendo o povo sertanejo à margem da riqueza, sufocando-o no pó da própria pobreza. E a água do "velho Chico" está parada, estagnada, correndo o risco de quando finalmente chegar, maltratada, venha mais para irrigar as terras das oligarquias que abastecer de doenças a população que conseguir dela se servir.
Por que o governo ao invés de alagar a floresta amazônica com sua faraônica "Belo Monte" não instala micro usinas eólicas e de energia solar no nordeste, gerando energia para o País e renda para os sertanejos? Afinal, trabalhadores, vento e sol é o que não falta por aqui!
Ninguém acaba com a seca. Mas pode-se aprender a conviver com ela.

"Dualismo no Semi-Árido: combate a seca versus convivência":


INDÚSTRIA DA SECA
Por Caroline Faria




“Indústria da seca” é um termo utilizado para designar a estratégia de alguns políticos que aproveitam a tragédia da seca na região nordeste do Brasil para ganho próprio. O termo começou a ser usado na década de 60 por Antônio Callado que já denunciava no Correio da Manhã os problemas da região do semi-árido brasileiro.
Os problemas sociais no chamado “polígono da seca” são bastante conhecidos por todos, mas nem todos sabem que não precisava ser assim. A seca em si, não é o problema. Países como EUA que cultivam áreas imensas e com sucesso em regiões como a Califórnia, onde chove sete vezes menos do que no polígono da seca, e Israel, que consegue manter um nível de vida razoável em um deserto (Negev), são provas disso. 

A seca é um fenômeno natural periódico que pode ser contornada com o monitoramento do regime de chuvas, implantação de técnicas próprias para regiões com escassez hídrica ou projetos de irrigação e açudes, além de outras alternativas. Estes últimos, porém, são frequentemente utilizados para encobrir desvios de verbas em projetos superfaturados ou em troca de favores políticos. 
Os “industriais da seca” se utilizam da calamidade para conseguir mais verbas, incentivos fiscais, concessões de crédito e perdão de dívidas valendo-se da propaganda de que o povo está morrendo de fome. Enquanto isso, o pouco dos recursos que realmente são empregados na construção de açudes e projetos de irrigação, torna-se inútil quando estes são construídos em propriedades privadas de grandes latifundiários que os usam para fortalecer seu poder ou então, quando por falta de planejamento adequado, se tornam imensas obras ineficazes. 
O Açude do Cedro, em Quixadá (CE), é frequentemente utilizado como referência para descrever este tipo de empreendimento da indústria da seca: com capacidade para aproximadamente 126 milhões de m³, foi construído em pedra talhada à mão, com esculturas e barras de ferro importadas, mas que chegou a secar completamente no período de 1930 a 1932, durante um dos piores períodos de seca enfrentados pela região, ou seja, quando mais se precisava dele. Mais uma obra faraônica, na longa história de projetos faraônicos da indústria da seca. É claro que hoje a obra constitui um patrimônio histórico e cultural importante, mas é como distribuir talheres de prata para quem não tem o que comer. 
E a história se repete. A transposição do Rio São Francisco é um dos pontos principais da campanha do governo atual e é uma questão mais que polêmica. De um lado estão aqueles que defendem que a obra é legítima e poderá acabar com a seca do nordeste (senão todo, pelo menos grande parte dele). E de outro aqueles que defendem que a obra é mais um fruto da indústria da seca e que além de não resolver o problema, ainda pode agravá-lo ao alterar todo regime hídrico da região e pôr em risco um dos patrimônios naturais mais importantes do Brasil colocando em risco a sobrevivência do próprio rio. 
Assim a situação segue. Perpetuada antes pelo fenômeno político da chamada “indústria da seca” do que pelo fenômeno natural da “seca” em si, a tragédia que atinge grande parte da região nordeste brasileira e parte da região norte de Minas Gerais costuma ser utilizada (e supervalorizada) para justificar a fome e o subdesenvolvimento econômico e social da região que são, nada mais, do que o reflexo de uma administração duvidosa que faz fracassar qualquer tentativa de reverter este quadro com o intuito de fazer perdurar o modelo de poder vigente. 





Bruno Steinbach. "Árvore do Cariri". Infogravura / papel couchê, 29,7 x 42 cm, 2010. Paraíba, Brasil.







quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Trupizupe, O Herói do Sertão, opus I".

Acabou de "sair do forno"...
Quentinha quentinha...



"Trupizupe, o herói do sertão, opus I".

Infogravura/papel sulfite 180 gr, 29,7 x 42 cm, 2012. Paraíba, Brasil.
Edição: 200 cópias
Referência: IP/028 
R$ 150,00

PROJETO EM ANDAMENTO: PARAHYBAVISTA - URBE & ORBE!
(PINTURAS E GRAVURAS DA PARAÍBA -2ª FASE).
EM BREVE NA GALERIA DE ARTE DO SESC CABO BRANCO, PARAHYBA, PARAÍBA, BRASIL.
ETAPA DE PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO: CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

Contato:
brunosteinbachsilva@gmail.com


domingo, 23 de setembro de 2012

"Retrato de Fátima Bezerra, opus II"

Pronto!
Assinado, datado e catalogado.



Bruno Steinbach. "Retrato de Fátima Bezerra, opus 2". Pintura em óleo/tela, 80 x 60 cm. 18 de setembro de 2012. Parahyba, Paraíba, Brasil. Encomendado pela Desembargadora paraibana Maria de Fátima Bezerra Maranhão em dezembro de 2011.


Retocado em dezembro de 2012 (na imagem abaixo, mandou que eu caprichasse mais no cabelo... Manda quem pode e obedece quem tem juízo).
    

*
O Tribunal de Justiça da Paraíba escolheu sua nova Mesa Diretora para o biênio 2013/2014. Por unanimidade, a desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcanti foi eleita a primeira mulher a presidir a Corte de Justiça estadual a partir do dia 1º de fevereiro do próximo ano, durante o biênio 2013/2014.