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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

"PARAHYBAVISTA (SANHAUÁ, PORTO DO CAPIM e VARADOURO), opus I".

Encomenda do Tribunal de Justiça da Paraíba.

DATADA E ASSINADA, JÁ EM SUA NOVA CASA:
O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA!

O artista adia ao máximo a hora da despedida da sua cria. 
Ele sabe que doravante é ao mundo a quem pertencerá a sua querida debutante...

Bruno Steinbach. "PARAHYBAVISTA (SANHAUÁ, PORTO DO CAPIM e VARADOURO), opus I". 
Painel em acrílica/tela, 120 x 194 cm. Parahyba, dezembro de 2013.
Acervo: Tribunal de Justiça da Paraíba. João Pessoa, Paraíba, Brasil.
Obra patrocínio PARAHYBAVISTA.
Em primeiro plano, os casebres do porto do capim. Depois, o casario antigo do varadouro. No alto, a igreja de São Frei Pedro Gonçalves. Mais à direita, ao fundo, a cidade alta e a Igreja de São Francisco.
Encomenda da amiga Fátima Bezerra para o Salão Nobre do Tribunal Pleno, anexo ao edifício do Tribunal de Justiça da Paraíba.

"Embora secularmente a culta mente tente,
é impossível ocultar da Luz a face dessa pobre gente;
um dia seu nobre silêncio, gritante ao sol poente, 
certamente despertará bravamente a nossa civilização dormente."
(Bruno Steinbach)

"Mais uma obra saindo do forno. Parabéns, Bruno Steinbach Silva, por essa mágica hiper-real que você extrai dos elementos - as águas e as cores parecem jorrar da junção paradoxal. Nessa releitura em que as casas humildes parecem beber o Sanhauá - a justiça divina do artista - são as mais iluminadas e de cores mais vivas. Assim como Polibio Alves, você extrai a beleza e o lirismo dos marginalizados, levando-nos ao êxtase sinestésico apesar da exclusão social dos desfavorecidos, metonimicamente, representados por suas casas."

(Peterson Martins, Professor UEPB - Campus V. Doutorado em Estudos da Linguagem)


Meus agradecimentos pelo apoio a meu irmão Eduardo Machado e a Yara Mariz Maia, sem o qual não haveria essa pintura. Agradeço também a João Maciel, da Secretaria das Finanças, pelo seu empenho, mesmo que convalescente e à distância, se comunicando com colegas e me orientando para que eu conseguisse liberar a papelada fiscal em tempo, antes do recesso do Judiciário. Meu carinho e gratidão aos funcionários do TJ e a Valquíria Uchôa e Fátima Bezerra, respectivamente gerente de apoio operacional e Presidenta do Tribunal de Justiça da Paraíba.


Veja o álbum e acompanhe o andamento da obra:


PARAHYBAVISTA: A ROMARIA CONTINUA...

Meus agradecimentos à Rafael Metri, da Casa Jorge Molduras, nosso parceiro PARAHYBAVISTA. A equipe que transforma a ideia em atitude. Na imagem, levando a nossa debutante para vestir a sua moldura, antes de mudar-se para a sua nova casa: O Tribunal de Justiça da Paraíba!

Rafael Metri Corrêa - ME
Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 430-A, Tambaú
CEP: 58039-111
Fone: 83-3247-3292 Fax: 83-3226-1230
E-mail: casajorge@uol.com.br
João Pessoa – PB



*A capital da Paraíba teve vários nomes antes da atual denominação. Primeiro foi chamada de Nossa Senhora das Neves, em 05 de agosto de 1585, em homenagem ao Santo do dia em que foi fundada. Depois foi chamada de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 29 de outubro de 1585, em atenção ao rei da Espanha D. Felipe II, quando Portugal passou ao domínio Espanhol. Em seguida recebeu o nome de Frederikstadt (Frederica), em 26 de dezembro de 1634, por ocasião da sua conquista pelos holandeses, em homenagem a Sua Alteza, o Príncipe Orange, Frederico Henrique. Novamente mudou de nome, desta vez passando a chamar-se Parahyba, a 01 de fevereiro de 1654, com o retorno ao domínio português, recebendo a mesma denominação que teve a capitania, depois a província e por último o Estado. Em 04 de setembro de 1930, finalmente recebeu o nome que tem hoje...

Conhecida como a cidade onde o sol nasce primeiro, devido ao ponto mais oriental das Américas se localizar aqui, nossa velha e charmosa Parahyba se esparrama verde e lindamente entre a belíssima praia do Cabo Branco e o crepuscular rio Sanhauá, oferecendo aos habitantes uma verdadeira viagem pelo presente e pelo passado.

Esta é uma vista parcial de quem chega pelo rio Sanhauá, vendo-se em primeiro plano o "Porto do Capim" (*), onde tudo começou, seguido do Varadouro, com o centro histórico e a igreja de São Frei Pedro Gonçalves - onde havia uma cidadela, seguidos do casario corcoveando pelas ladeiras em busca da cidade alta, ao fundo.




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Artist Sites:



mailto:brunosteinbachsilva@gmail.com 




* "O Porto do Varadouro, popularmente conhecido como Porto do Capim, denominação que se acredita que surgiu devido à quantidade de capim que ali desembarcava para alimentar os animais que serviam de transporte naquela época, era o porto principal da cidade de João Pessoa quando o Porto de Cabedelo ainda não existia.

Em 1920, o Presidente Epitácio Pessoa (1919-1922) mandou fazer um Porto Internacional na bacia do Sanhauá em frente ao porto original. Obra que nunca se concretizou, houve desvio de recursos e falta de estudos para sua viabilidade. Hoje ainda, existem vestígios de concreto armado fincadas as margens do Sanhauá. A partir de 1935, com a inauguração do Porto de Cabedelo, e a efetivação do transporte ferroviário de João Pessoa para Cabedelo, o porto da cidade foi sendo gradualmente desativado, gerando a decadência da área sendo com o passar dos anos ocupado por famílias carentes. Hoje o local vive o abandono, pois faltam saneamento e condições básicas de vida. O berço da cidade está em vias de ser restaurado pelo projeto da Comissão do Centro Histórico de João Pessoa."

Fonte:





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